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sábado, 20 de setembro de 2025

A Primeira Fatia da Paz 🍰

 

Bom dia, Caríssimos! 🌸

🌸 A paz começa no coração, floresce na justiça e se fortalece na Palavra. Que possamos ser semeadores de um novo tempo. 🙏✨



"Entre chuvas, orações e gestos simples, descobrimos que a justiça é o fermento da verdadeira paz". 🌿✨

✨ Esse é o nosso maior legado: ver crianças e jovens empenhados em semear sinais de amor, silêncio e paz orante. Afinal, quem consegue escutar a voz de Deus em meio a tanto barulho?

Na graça do tempo presente, fomos ainda presenteados com um exemplo luminoso — um santo jovem da era digital, Carlo Acutis. Ele não precisou do martírio para mostrar ao mundo que é possível viver a santidade no cotidiano. Com simplicidade e alegria, fez da tecnologia um campo fértil para semear amor, honestidade, caridade e amizade, irradiando luz mesmo em meio à sua dor, não a demonstrando buscando piedade! Ele sabia que seu tempo urgia, e precisava completar sua missão da melhor forma possível. Um Santinho, entre tantos mais, basta querermos, desejarmos, estão de prontidão para ouvir nossas preces e fazerem milagres acontecer em nossas vidas, Jesus já nos dizia: "____A sua fé te curou, agora vá, e não peques mais"! Jesus com esses dizeres, não faz nenhuma ligação entre pecado e sofrimento.

Recordo então as Suas palavras:
🌿 ___“Eu vim para que todos tenham vida, e a tenham em abundância _____.” (João 10:10)

Assim refletindo nessa iniciação, nossa manhã despertou meio desanuviada, trazendo uma brisa leve após a chuva que ontem refrescou a terra e deixou no ar o cheiro bom de chão molhado. Foi o suficiente para serenar a vida silvestre, embora eu ainda perceba a sede do mundo, como o passarinho que vi no beiral com o biquinho aberto, enquanto fazia minha caminhada matinal — sinal de que precisamos de mais, muito mais chuvas, para saciar o coração da natureza.

Nesse sossego, enquanto acompanhava a missa pela TV, a campainha soou. Raramente interrompo a oração, mas algo me levou ao interfone. Eram os irmãos evangélicos que costumam passar aos sábados para ler a Palavra e puxar um dedo de prosa. Um deles me perguntou se eu acreditava que a guerra viria do jeito que a mídia anuncia. Respondi que talvez, porque depende não só de nós, mas também das escolhas dos líderes, do livre-arbítrio humano. Mas firmei meu pensamento: _____oro pela paz, para que uma guerra mundial não aconteça. Ele então disse: ____“A senhora pensa como eu. Também creio e oro pela paz. E sei, pela Bíblia, que a guerra não prevalecerá.” 

É verdade, e eu penso que nada é mais importante do que os filhos para o Pai. e a Mãe. Então, pode até acontecer que venha uma guerra avassaladora, mas, "depois da tempestade vem a bonança"! Depois da desordem, a organização se faz necessária.

E você, que me lê: o que pensa? Você tem se aproximado da Bíblia? Como disse Dom Orani João Tempesta, na homilia de hoje: “As pessoas estão afastadas da Palavra de Deus, algumas quedaram sentadas no meio do caminho, já cansadas das lutas diárias, dos desalentos, cansadas de só esperar, então se afastam de tudo e de todos.” E eu concordo. Muitos se perdem em conquistas, bens e aparências. Nada disso é errado, mas não pode ser o centro de nossa vida, de nossa atenção. É preciso voltar o olhar para o alto, ou para o silêncio da prece interior.

Recordo aqui um gesto singelo do meu netinho, que ontem completou oito anos. Na hora de cortar o bolo, sua avó Livinha pediu que fizesse um desejo. Ele então abaixou a cabecinha, juntou as mãos e ficou em silêncio, em prece, e nós adultos só olhando. Depois declarou: “A primeira fatia é da tia Janine, porque ela merece.” Que justiça pura, saída do coração de uma criança! E nós, adultos, quantas vezes esquecemos de praticar a justiça no cotidiano, pensando apenas em nós mesmos? A paz começa pela justiça — sem ela, não há reconciliação possível.

Entretanto, nossa forma de viver ainda dita regras contrárias à paz. Guerras civis, conflitos armados, terrorismo, ganância pelo poder — nada disso é sinal definitivo do fim dos tempos, isso tudo sempre aconteceu, mas também não podemos aceitar como "normal". O próprio Evangelho nos lembra:

“E será pregado este evangelho do Reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então virá o fim.”
(Mateus 24:14)

Não o fim ainda, como destruição de tudo e do planeta, mas como passagem de um ciclo a outro. Um milênio que se encerra para que outro renasça, fazendo novas todas as coisas, e esse pensar se adequa para nosso aprendizado hoje. Haverá de acontecer um tempo em que as crianças poderão caminhar livres e seguras, e os adultos, em missão, aprenderão a semear justiça e paz. Esse é o maior desejo do Mestre dos Mestres, Jesus!

✨ Que possamos ser semeadores desse novo tempo.

— MângelaCastro  - 20/09/2025🌿✨

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