✨ O Natal começa quando o amor nasce dentro de nós.
Extremamente feliz e profundamente agradecida por termos tido a oportunidade de nos conectarmos através do meu blog ao longo deste ano de 2025. Foram encontros de palavras e silêncios, trocas de sentimentos, sensações e experiências que se tornaram, para mim, um grande aprendizado enquanto pessoa e caminhante da fé.
Assim, com o coração sereno e grato, vou me despedindo por ora, enquanto nos preparamos para os retoques finais da celebração junto à família, aos amigos e aos que a vida foi agregando pelo caminho. Celebramos a Festa de Nosso Senhor, comemorando Seu nascimento — o maior Presente de Amor que recebemos. Porque os outros amores, por mais belos que sejam, passam… o Dele é eterno, justo, confiável e fiel.
“Hoje, na cidade de Davi, nasceu para vós um Salvador, que é Cristo, o Senhor.” (Lucas 2,11)
Esses dias tenho me sentido com o pavio aceso rss. Uma chama que queima mas não se consome, pode até diminuir às vezes, mas basta um leve soprar e ela volta mais forte e brilhante...
É como se um fogo interno me percorresse inteira, escorrendo pelos poros, queimando sem consumir. Um calor que sobe pela espinha e me deixa em calafrios — desses que não assustam, mas lembram que estou viva.
Acordei com o coração em festa. Não uma festa qualquer, dessas ensaiadas. Festa da vida, da pele que arrepia, do olhar que encontra, do amor que acontece do jeito que dá — com remendos, tropeços, mas amor, ainda assim.
Hoje celebro o reencontro. Esse, nosso, tão imperfeito, mas real. Celebro você, celebro o amor que a gente aprende a viver com passar dos anos, amor que às vezes acolhe, outras vezes rejeita, ou sei lá, se reprime, mesmo com os medos, ou sem muito entender, as palavras mal ditas, os silêncios que não vieram de dentro de mim.
Falando em silêncio... "O silêncio é ouro", já dizia o Provérbio 17:28. E como essa frase ecoa forte nos dias de hoje. Mas, confesso, ainda não aprendi esse precioso segredo.
Consagro a boca, peço calma, mas minha língua e meu coração parecem ter vida própria, e se exalta. Quero gritar o que sinto, cantar o que vibra aqui dentro. Consagro meu corpo, mas sem uma entrega total, Consagro meus ouvidos, para ouvir dizer-me: "te amo de janeiro a janeiro" :) , Consagro tudo o que sou, e também o que não sou.
Esses dias assim, em que sinto o coração como que saindo da caverna, seguro nas mãos a vela, que me revela e me tira da escuridão, voltando a bater forte, dias intensos mesmo — uma mistura de dor e beleza, é como vejo esses dias, embora faltem chuvas para germinar, não para apagar o pavio aceso rs... Como se a gente reaprendesse a respirar, a amar, a se ouvir.
Não sei calar o que pulsa.
Não consigo reprimir o que transborda. Ai me pergunto: Será que encontro quem me queira assim, um ser intenso em tudo que faz, sem meio medidas, sem muitos trejeitos... rss ?
Talvez, no fundo, esse seja o jeito que encontrei de existir no mundo:
dizendo, amando, festejando, querendo, gladiando com tudo que não me agrada, ou não me convence — mesmo que a festa, às vezes, seja só minha. É como se uma voz amiga ecoando no espaço vazio, dissesse-me:
"Essa é a nossa Maria"!
Esses dias assim, em que se acende de esperança — uma mistura de dor e beleza, né? Á beleza que irradia da hóstia no altar, como se eu reaprendesse a respirar, a amar, a se ouvir, voltar novamente a acreditar. E embora seja triste constatar, que posso me decepcionar de novo, de novo, e de novo, mas aprendizados não vem com palmas de ouro, nem vinho, nem vela, vem mesmo acompanhado de dor, uma estranheza, um certo mistério, sem perder a vontade de ir em frente, a coragem, como as frias e escuras vielas de meu interior me faz sentir ...
Bem sei que sempre faltará um pedaço de mim mesma, para completar o mosaico da vida, e como sempre me alertava Padre Antonio Carlos da São Benedito, e nunca me esqueço, mas não obedeço rss ___"Isso, conte tudo viu"? risos....e você aí morto de curiosidade, me lê, e põe-se a saber o que sinto, pode num de repente qualquer, que não é qualquer coisa, ser esse meu "pedacinho de céu"! ...
Mais uma semana está chegando ao fim. Na segunda-feira, disse a mim mesma: ___Esta semana será lenta! Ledo engano! Quando percebi, já era sábado. A semana passou rapidamente, de forma eletrizante, marcada por acontecimentos tristes. No entanto, Deus sabe os motivos para tudo o que acontece e, com certeza, há alguma lição valiosa a ser aprendida.
Embora não esteja no topo da pirâmide social, o Brasil ainda enfrenta desafios estruturais marcadospela desigualdade, violência e desrespeito às diferenças, muitas vezes sutis, mas profundamente enraizados na sociedade. O progresso vai além do reconhecimento dessas questões; exige a garantia da dignidade e qualidade de vida para todos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com trajetória sindicalista e histórico de luta pela melhoria das condições dos trabalhadores — especialmente no ABC Paulista —, ampliou sua influência nacionalmente, tornando-se, pela segunda vez, líder de uma das maiores nações do mundo. Esse legado, inegável e historicamente relevante, deve ser respeitado. No entanto, a transformação de um país não depende apenas de um governante, mas de ações estruturais que mobilizem a sociedade e impulsionem mudanças efetivas. Talvez essa visão pareça utópica, mas sonhar com um futuro melhor é essencial para a construção de uma nação mais justa. Mister!
Quando vejo uma imagem nomeando nosso País, entre os mais "degradantes" quando deveria ocupar um dos primeiros lugares no "ranking" de progresso e igualdade no Estado democrático de direito, Alimentação de primeira para todos, saúde, segurança, educação, paz, ao contrário, me deixa triste estar ainda não no topo da desigualdade, é fato, mas, ainda faz parte desta desagradável lista, infelizmente!
Ontem li uma reportagem, a qual o Presidente reeleito dos Estados Unidos, Donald Trump, dando conselhos aos americanos que com certeza estarão por aqui como turistas, em nossa linda festa de Carnaval, cultural, que é de "cair o queixo", não tem nada igual!
Mas ele, está certíssimo, orientando seu povo a tomar muito cuidado, porque hoje, é triste concordar, mas, estar na cidade "Maravilhosa "figurando" entre as mais belas do mundo, é arriscar a própria vida, um passo em falso e esta festa pode de uma forma particular e familiar, transformar-se em uma grande tragédia, triste ter que confirmar esse conselho, eu mesma, tenho muita vontade de estar presente, mas, confesso a insegurança, incertezas é maior que minha vontade, então, assisto pela TV.
Mas, em outras capitais, a festa também é linda, e menos violenta, Brasil não é só Rio de Janeiro...me perdoem os cariocas, mas, verdade seja dita! Há muitos anos, desde que fui passear por lá com família, anos 80, que o Rio de Janeiro já não nos proporcionava segurança no ir e vir, infelizmente!
Se formos menos negligentes com nossa própria segurança, atentando para os locais e horários de maior risco, é possível desfrutar das belezas do Rio de Janeiro sem grandes contratempos. Assim como em qualquer grande metrópole mundial, a cidade tem seus desafios, mas isso não a torna menos fascinante.
Nos Estados Unidos, destinos icônicos como Nova York, apelidada de Big Apple, também enfrentam desigualdade social, violência urbana e problemas estruturais. O bairro do Brooklyn, por exemplo, mescla arquitetura histórica, parques e espaços culturais com realidades marcadas pela pobreza, diferenças raciais e de gênero. Embora muitas famílias honradas ali residam, também convivem com a criminalidade e o tráfico de drogas, demonstrando que essas questões não são exclusivas de um único país.
Imigrantes e turistas — muitos deles brasileiros — contribuem significativamente para a economia americana, investindo em imóveis, consumo e negócios. Ainda assim, os Estados Unidos, apesar de seu protagonismo global, também enfrentam falhas estruturais e desafios governamentais. Nenhuma nação é perfeita a ponto de julgar outra sem reconhecer suas próprias fragilidades, especialmente no que diz respeito à segurança, igualdade e fraternidade para todos!