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segunda-feira, 26 de outubro de 2026

QUANDO TUDO PARECE PERDIDO, A ESPERANÇA FAZ O MILAGRE ACONTECER!

Bom dia com Deus! Ele é o Vencedor Maior...

Quando tudo parece perdido, a esperança pode abrir novos caminhos. Das Bodas de Caná às lições da vida pública, aprendamos que a fé nos fortalece, a razão nos orienta e a Justiça deve assegurar os direitos de todos. 🌷

Sim, com Deus, até mesmo quando os caminhos parecem encobertos pela escuridão, a esperança pode nos surpreender. Diante das incertezas, o medo toma conta, as dúvidas fazem morada e o coração, por vezes cansado, já não consegue enxergar uma saída. Mas, de repente, uma luz desponta no horizonte, e aquilo que parecia impossível começa a ganhar novos contornos.

É como contemplar a grandiosidade do Big Bang, o evento que, segundo o conhecimento científico atual, deu início à expansão do Universo há aproximadamente 13,8 bilhões de anos. Da imensidão que ainda buscamos compreender, a humanidade continua aprendendo que há muito além do que nossos olhos conseguem alcançar.

Assim também acontece com a esperança: quando tudo parece imóvel, uma nova possibilidade pode surgir, a luz se expande e a alegria volta a encontrar espaço em nossos corações. E onde pessoas aflitas esperavam,  e nada acontecia, vem Deus Pai, ilumina pensamentos, e faz com que não prevaleça a inércia, é preciso tomar uma atitude, e renova a frota dos Filhos Seus, e faz tudo novamente acontecer.

Para nós, cristãos, que nos reconhecemos filhos espirituais de Maria e buscamos sua intercessão materna, há uma passagem do Evangelho que nos convida a refletir sobre esses momentos em que algo essencial parece faltar.

Nas Bodas de Caná, durante uma festa de casamento, o vinho acabou. Maria percebeu o constrangimento que aquela falta poderia causar aos anfitriões e levou a situação ao conhecimento de Jesus:

“Eles não têm mais vinho.” (João 2,3)

Jesus respondeu-lhe, conforme a narrativa evangélica, que sua hora ainda não havia chegado. Maria, porém, confiando Nele, disse aos servidores:

“Fazei tudo o que ele vos disser.” (João 2,5)

E foi assim que os servidores encheram de água as talhas, conforme a orientação recebida. Jesus realizou ali o primeiro de seus sinais, transformando a água em vinho, e a celebração prosseguiu.

Que bela lição de fé! Maria percebe a necessidade, intercede e orienta os servidores a confiar na palavra de seu Filho. Jesus realiza o sinal, e a alegria retorna à festa.

Não seria essa também uma imagem da vida em sociedade?

Quantas vezes o povo se vê diante de dificuldades que parecem insuperáveis? Quantas vezes o direito de alguém corre o risco de não ser plenamente exercido por obstáculos que poderiam ser evitados? E quantas vezes, quando tudo parece perdido, uma iniciativa responsável, uma decisão justa ou a cooperação entre pessoas e instituições abre um novo caminho?

Os acontecimentos da vida pública também nos convidam à reflexão. Quando surgem dificuldades que podem comprometer o exercício da cidadania, é fundamental que as instituições competentes examinem as circunstâncias e adotem medidas que assegurem, dentro da lei, os direitos de todos, sem privilégios ou favorecimentos.

Afinal, a democracia não se resume à vitória de um partido ou à derrota de outro. Ela se fortalece quando o cidadão pode exercer seus direitos e quando a Justiça atua com imparcialidade, respeitando a legislação e a igualdade de todos perante ela.

É nos momentos mais difíceis, quando quase não resta esperança, que compreendemos o valor de uma mão estendida, de uma decisão responsável e de uma oportunidade que não se perdeu.

Nem todo acontecimento tem uma explicação que alcançamos de imediato. Mas podemos aprender com cada um deles, reconhecendo que a fé nos sustenta, a razão nos orienta e a Justiça, quando exercida com responsabilidade, pode restaurar direitos e devolver à sociedade a confiança de que tanto necessita.

Que saibamos, portanto, fazer a nossa parte: confiar sem abandonar a razão, esperar sem cruzar os braços e defender nossos direitos sem desrespeitar os direitos alheios.

Porque, mesmo quando o vinho parece ter acabado, a vida ainda pode nos reservar novos caminhos, novas oportunidades e razões para continuar acreditando.

“… E a gente segue driblando o medo e trabalhando a coragem... Escolhendo os melhores caminhos, acreditando na própria intuição, caindo e levantando mais forte. Pois viver é um exercício de _____ superação!”🌷

Por MângelaCastro - 26/10/2026


sábado, 17 de outubro de 2026

"ENTRE TRANCOS E BARRANCOS". A GRANDE FAMÍLIA BRASIL E SEU GESTOR

 

Nas poeiras dos séculos, chegamos até aqui...

O Brasil é uma das maiores economias do mundo, ocupando hoje o oitavo lugar no ranking Internacional. Mas essa grandeza já chegou à mesa de todas as famílias brasileiras?

Em A GRANDE FAMÍLIA BRASIL E SEU GESTOR, uma reflexão sobre cidadania, responsabilidade pública e o nosso direito de cobrar resultados para além das promessas.

Porque o Brasil não precisa apenas crescer. Precisa transformar seu crescimento em dignidade para seu povo.

Não poderia eu iniciar essa postagem onde busco passar meu parco entendimento sobre nossa política social, não sem antes vivencia-la no meu meu cotidiano, como cristã que sou, procurando seguir os passos de Jesus, mesmo entre "trancos e barrancos", Ele, o grande Mestre, ensinava que a dignidade humana é fundamental.

E que todos nós, independentemente de nossas circunstâncias, possuímos um valor intrínseco. Em Mateus 25:40, ele enfatiza que nossas ações em relação aos outros refletem nosso relacionamento com Ele. 

Além disso, Jesus sempre ressaltou a dignidade do próximo, promovendo a justiça social e o respeito mútuo, como mencionado em Gálatas 5:13, que nos instrui a servir uns aos outros pelo amor. A pedagogia de Jesus, centrada no amor e na proximidade, busca transformar vidas e consciências, enfatizando a importância da dignidade humana em nossas interações diárias. 

Assim pensando, me levanto com o Brasil nessa manhã de sábado, desejosa que seja um Bom Dia, e que assim como vi em sonho, não quero gestores passando imagem de ser bonzinhos conosco, dando tapinhas nos ombros, mas, pelas costas mostram "as garras" e a violência, me gera medo! Por que cito sonhos, porque são neles que minhas íntimas reformas e fragilidades tão humanas, como cidadã cristã católica, mãe, profissional, vão se ajeitando como um grande mosaico onde coloco pedra por pedra nesse meu cotidiano multifacetado. 


SEGURANÇA PÚBLICA, DIGA NÃO AO FEMINICÍDIO ...

Quando falamos em segurança pública, precisamos refletir: será que armar o cidadão é o melhor caminho para proteger a sociedade? Veja, uma pessoa de bem, diante do medo ou sentindo-se acuada, pode agir por impulso e transformar uma situação de perigo em tragédia. Para isso, temos a Segurança Pública, cujo efetivo deve ser preparado, valorizado e ampliado sempre que necessário, com capacitação e acompanhamento psicológico. No Brasil, a posse e o porte de armas são distintos e obedecem a requisitos legais; não basta estar livre de antecedentes criminais para ter direito ao porte. Como cristã, acredito que proteger a própria vida não nos autoriza a desconsiderar a vida alheia. Precisamos fortalecer as instituições, investir na prevenção e respeitar os limites da convivência social. Afinal, o direito de um termina onde começa o direito do outro. Será que estamos preparados para ampliar o armamento civil ou precisamos, antes de tudo, fortalecer a segurança que deve proteger a todos?

O mandamento que diz "Não matarás" está inserido no 6º mandamento da Lei de Deus, especificamente em Êxodo 20:13. Este mandamento enfatiza a importância da vida humana e a proibição de matar.

A OITAVA MAIOR ECONOMIA DO MUNDO

Trocando de "alho para bugalho". Estava aqui eu, lendo uma reportagem que anuncia a chegada do Brasil à oitava posição entre as maiores economias do mundo! Vejo aqui uma conexão, se temos condição financeira de alcançar um ranking mundial econômico, temos condição financeira de insuflar mais incentivos fiscais, na segurança, na saúde, na educação, na moradia para todos... Parabéns para nós! 😍

E por favor, Senhores gestores, olhar para as prateleiras do varejo, onde os preços estão disparados .... é uma lógica, produto mais caro, menor é o consumo, perde comerciante, perde família!

Sim, para nós, porque administrar um país tão populoso e cheio de desafios não é responsabilidade exclusiva dos políticos, isso é fato. Afinal, nós também fazemos parte dessa engrenagem, somos também o sistema estrutural à nossa forma: trabalhamos, produzimos, pagamos impostos, elegemos nossos representantes e participamos, direta ou indiretamente, da construção da sociedade em que vivemos.

Mas será que alcançar esse ranking é suficiente para satisfazer as necessidades da grande família que é o Brasil?

Somos hoje, mais de 213 milhões de brasileiros e brasileiras, uma população numerosa, diversa e em constante transformação. Governar um país dessa dimensão, convenhamos, não é o mesmo que administrar uma família de seis pessoas!

Porém não tão diferente, exige planejamento, organização, responsabilidade, muito trabalho e uma gestão capaz de transformar recursos em oportunidades e prosperidade. Mas essa prosperidade ainda não alcança, na mesma medida, todas as famílias, especialmente aquelas que permanecem na base da pirâmide social.

E é justamente aí que nossa reflexão começa: se o Brasil cresce economicamente, o que ainda precisamos fazer para que esse crescimento chegue à mesa, à escola, ao hospital e ao lar de cada brasileiro (a) que milagrosamente vem sobrevivendo?

Há muito trabalho a realizar!

Imaginemos o Brasil como uma grande família. Uma família numerosa, cheia de talentos, riquezas naturais, trabalhadores que acordam cedo e milhões de pessoas que, diariamente, alimentam a esperança de dias melhores. Um sol nascente em uma grande, luminosa e frondosa cidade que não dorme. Uma família que produz, contribui, paga impostos e confia que aqueles a quem entrega a administração de seus recursos saberão cuidar do bem comum. 

Lucas 12:48, que diz: "A quem muito foi dado, muito será exigido; e a quem muito foi confiado, muito mais será pedido.

Como toda família, nosso Brasil também tem suas necessidades, contas a pagar e sonhos. Precisa de saúde, educação, segurança, moradia, trabalho digno e oportunidades para seus filhos, o gestor da GRANDE FAMÍLIA BRASIL, não é Deus, mas pode ser, o GRANDE PAI que ajuda a prover as famílias mais vulneráveis, é fato, Jesus não deixou os mais fracos para trás sentados à beira do caminho, é preciso saber enxergar o que a multidão não vê, mesmo tendo olhos que enxergam. (Marcos 10:46)

E, quando chega o momento de escolher quem administrará nossa casa, ouvimos propostas, conhecemos projetos e depositamos nas urnas a confiança de que nossas necessidades serão consideradas.

Mas há uma pergunta que insiste em permanecer entre nós: se o Brasil está entre as maiores economias do mundo, por que ainda temos tantas necessidades básicas à espera de soluções?

O tamanho de nossa economia nos enche de orgulho, mas o desenvolvimento de uma nação não pode ser medido apenas pelos números que aparecem nas manchetes, estatísticas não colocam alimentos sobre a mesa, não compram remédios, nao enfrentam filas para atendimentos, não precisam de depender do judiciário para que sejam cumpridas as suas necessidades de saúde, sua sobrevivência. 

Precisamos observar também a mesa das famílias, as filas nos hospitais, a qualidade das escolas, as condições de trabalho e a tranquilidade de quem deseja simplesmente viver com dignidade. Pergunto: Será que os candidatos que se apresentam estão realmente cumprindo com seus talentos e dons? Será que verdadeiramente, nos certificamos das obras feitas por cada um deles distintamente?

Uma grande família precisa de um gestor que saiba administrar seus recursos, estabelecer prioridades e prestar contas, mister. Não basta anunciar que há mais dinheiro circulando; é necessário demonstrar como ele está sendo empregado e quais benefícios concretos está proporcionando à população.

E aqui começa nossa responsabilidade cidadã. Sim, porque reclamar é fácil, jogar a culpa nos ombros dos outros, também, agora, ajudar a construir a obra, eis aí a questão!

Não podemos atribuir todos os problemas a um único governante, ignorando a história, as dificuldades econômicas que viemos passando ao longo dos tempos, os seus Ministérios, e as responsabilidades dos demais poderes, as três esferas que estão aí não para confundir, mas para explicar e aplicar corretamente as leis, com suas funções sociais, não falo só do Poder Judiciário, falo também do Poder Legislativo e Executivo, principalmente os que antecederam os atuais. Tampouco devemos aceitar que a complexidade dos problemas se transforme em justificativa permanente para promessas não cumpridas.

Cada governo tem seu tempo, suas escolhas e suas responsabilidades. Cabe-nos observar o que foi realizado, o que permaneceu no papel, quanto custou cada iniciativa e quais resultados chegaram à vida dos brasileiros.

Diga-se de passagem, o gestor público não é dono da casa, ele compartilha poder e direitos, com seus Ministérios, com os chefes: ___ do Distrito Federal, Estados e Municípios, com os Vereadores, Deputados, Senadores e Judiciário esse que tem por princípio e ética, seguir preceitos da imparcialidade política. São entretanto, estes a quem confiamos, por determinado período, a administração de uma parte do patrimônio coletivo, diga-se de passagem, portanto, ele está na direção, mas não totalmente no comando, e é exatamente essa a minha preocupação, caso ocorra emendas em nossa atual Constituição Federal/88, é fato que a sociedade evoluiu ao longo desses anos, mas, é preciso sermos coerentes, equânimes, e como povo, junto com o Ministério Público, e poder legislativo, ser fazedores e fiscalizadores das leis, ou seja, sermos mais participativos, atuantes nas reformas que se fizerem necessárias. E essa confiança não elimina o nosso direito de perguntar, fiscalizar, discordar e cobrar, e a eles nos darem as respostas às dúvidas que vão surgindo, e por que não cobrar resultados, responsabilidades e consequências a quem compartilhou poderes? É preciso que fiquem atentos a todo esse poderio, e nas decisões, ser imparcial, ficar longe das influências políticas, pensar antes no povo que os elegeram!

Afinal, uma família não vive apenas de grandes números. Vive de cuidado, planejamento, trabalho e responsabilidade compartilhada.

Talvez o nosso maior desafio não seja apenas conquistar posições mais elevadas no ranking das economias mundiais, mas fazer com que cada avanço econômico represente uma oportunidade a mais para quem ainda espera sua vez.

Que nossos governantes compreendam que administrar o Brasil é cuidar de uma grande família, com diferenças, necessidades e sonhos que não cabem em um único discurso, ou em um único bolso. E que nós, cidadãos, aprendamos a olhar para além das promessas, sem perder a esperança nem abrir mão da consciência crítica, e Crística que muito nos ensina com o passar das eras.

Porque o verdadeiro progresso temporal e espiritual acontece quando se tira as vendas dos olhos, e vê que a riqueza deixa de ser apenas uma estatística matemática humana, e sequentemente, de delegar responsabilidade às orbes celestiais, haja visto, termos o péssimo hábito de dizer quando as coisas nos saem do controle: ___Deus é quem sabe! Ora, convenhamos, Ele já fez a sua parte, delegando aos humanos os dons e talentos necessários para que continuem as obras, agora, mister, passar a ser percebida na vida real das pessoas.

E você, brasileiro (a), se pudesse fazer uma única pergunta ao gestor da nossa grande família, qual seria? Você já conhece a resposta, ou ainda tem dúvida?

Talvez seja essa a pergunta que mereça acompanhar cada campanha eleitoral e cada mandato: não apenas o que prometem fazer pelo Brasil, mas como pretendem transformar suas promessas em dignidade para o povo brasileiro. Isso claro, quando se apresenta um plano diretor que pode ser eficaz, inclusive nas reformas que precisem ser realizadas a contento.



Paz e Bem! 🌷

By MângelaCastro -17/10/2026

quarta-feira, 14 de outubro de 2026

TUDO MUDA A TODO TEMPO NO MUNDO ... "O FIM DA ESCALA 6x1: MAIS DESCANSO OU MENOS SALÁRIO"?

 


A dignidade do trabalhador, a justiça e a responsabilidade de quem toma decisões que afetam a vida do povo.

“Digno é o trabalhador do seu salário.”

— Lucas 10:7

O trabalhador precisa conhecer não apenas as promessas, mas também as consequências de cada proposta.


FIM DA ESCALA 6x1: O QUE MUDA PARA O TRABALHADOR?

NÃO ESTOU PEDINDO VOTO, MAS, APENAS BUSCANDO ESCLARECER O LEITOR!

Duas propostas, caminhos diferentes e uma pergunta essencial: teremos mais descanso sem perder renda ou a redução das horas poderá diminuir o salário e os direitos proporcionais?

Antes de votar, é preciso conhecer as propostas, compreender suas consequências e defender o direito de todo trabalhador a uma vida digna.

Informação também é cidadania!

O debate sobre o fim da escala 6x1, na qual o trabalhador trabalha seis dias e descansa apenas um, traz à discussão uma questão fundamental: como conciliar o direito ao descanso, a dignidade humana e a segurança financeira de quem vive do próprio trabalho?

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cuja trajetória política teve origem no movimento sindical do ABC paulista, defende a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, com dois dias de descanso remunerado, sem redução salarial. A proposta busca assegurar que o trabalhador tenha mais tempo para a família, para o lazer, para os estudos e para cuidar da própria saúde, sem perder sua remuneração mensal.

Já o senador Flávio Bolsonaro, além de ter declarado apoio à votação do fim da escala 6x1, defende uma alternativa baseada na flexibilização da jornada e no pagamento proporcional às horas efetivamente trabalhadas. Nessa modalidade, o empregado poderia escolher trabalhar menos horas e descansar mais, mas receberia proporcionalmente menos, inclusive nos valores de direitos como férias, 13º salário e FGTS. Essa alternativa está associada à proposta do senador Rogério Marinho, e não deve ser confundida com a redução obrigatória da jornada sem corte salarial.

Eis o ponto que merece a atenção do eleitor trabalhador!

Trabalhar menos horas não significa necessariamente conquistar melhores condições de vida. Se a redução da jornada vier acompanhada de uma diminuição salarial, como ficará o orçamento de quem precisa pagar aluguel, alimentação, água, energia e despesas com os filhos?

A remuneração por hora pode ser adequada em determinadas situações, especialmente quando existe uma escolha real e consciente. Entretanto, é necessário considerar que nem todo trabalhador dispõe do mesmo poder de negociação diante de uma empresa. A necessidade de garantir o sustento da família pode limitar sua liberdade de escolha. É importante salientar que a nossa atual Constituição Federal de 88:

garante diversos direitos aos trabalhadores, incluindo a isonomia salarial, que proíbe a discriminação no salário entre homens e mulheres. Além disso, o direito adquirido perfeito é um princípio que assegura a proteção dos direitos trabalhistas adquiridos, evitando que esses direitos sejam prejudicados por mudanças nas relações de trabalho. Esses direitos são fundamentais para promover a justiça social e a dignidade no trabalho, refletindo o compromisso do Estado com a proteção do trabalhador.

Por outro lado, a redução da jornada sem diminuição salarial também exige planejamento econômico, adaptação das empresas e avaliação dos possíveis efeitos sobre a produtividade e o emprego. Esses desafios precisam ser enfrentados com responsabilidade, sem ignorar os direitos dos trabalhadores nem presumir que os impactos econômicos sejam inexistentes.

É importante, portanto, compreender que as duas propostas não são equivalentes. Uma estabelece a redução da jornada semanal e preserva o salário; a outra permite maior flexibilidade, mas vincula a remuneração e os direitos proporcionais às horas trabalhadas.

Não basta anunciar o fim da escala 6x1. É preciso examinar como cada alternativa protegerá a renda, os direitos sociais e a liberdade efetiva de quem trabalha.

A conclusão que deixo ao eleitor é simples: antes de escolher um discurso, conheça a proposta. Pergunte se haverá garantia de renda, se os direitos serão preservados em seu valor e se o trabalhador terá condições reais de negociar sem comprometer a sobrevivência da família.

Afinal, o trabalho não deve ser apenas um meio de sobrevivência. Deve ser também um instrumento de dignidade, realização pessoal e participação na sociedade.

O descanso é um direito. O salário justo é uma necessidade. E a proteção trabalhista é uma conquista que precisa ser analisada com responsabilidade a cada mudança legislativa.

Na hora de votar, o conhecimento também é uma forma de cidadania.

Uma observação importante para a publicação: a proposta do governo Lula não está ausente: o Executivo encaminhou ao Congresso, em abril de 2026, uma iniciativa para reduzir a jornada a 40 horas semanais, com dois dias de descanso remunerado e sem redução salarial. A tramitação e o texto legislativo efetivamente aprovado devem ser acompanhados, pois uma proposta ainda não equivale a uma lei em vigor

Enfim, Que toda proposta de governo se lembre de que, por trás de cada jornada de trabalho, existe uma vida, uma família e o direito de viver com dignidade.

 Último toque para essa postagem: ___Que o seu momento de escolha seja vivido em plena consciência, pois o futuro do nosso País depende, também, de nós, brasileiros e brasileiras!

Nunca será empunhando uma arma que construiremos, por si só, a paz plena e necessária em nosso meio. A segurança de uma nação exige leis justas, instituições fortalecidas, cumprimento efetivo das normas e respeito aos direitos de todos.

Troquemos a arma pela lei! Que nossas mãos não sejam instrumentos de violência, mas instrumentos de cidadania, capazes de defender a justiça, a liberdade e a dignidade de um povo.

Porque a verdadeira segurança não está apenas no direito de reagir a uma ameaça, mas, sobretudo, na construção de uma sociedade em que a vida seja protegida, os direitos sejam respeitados e garantidos e a lei seja efetivamente cumprida.

Paz e Bem! 🌷

MângelaCastro - 14/10/2026

segunda-feira, 21 de setembro de 2026

NAÇÕES UNIDAS..."NINGUÉM CONSTRÓI SÓZINHO"!

Perguntas lançadas como sementes aos ventos, algumas retornando já rebrotando respostas; outras, ainda amadurecendo no tempo. 🌱

Nessa manhã, embora ainda atravessando pela estação de inverno, o sol chega com um suave perfume de flores no ar, trazendo providências de um específico lugar, não apenas coincidências, nós, cristãos, celebramos São Mateus, apóstolo e evangelista. E sua história, transcorridos mais de dois mil anos, ainda nos convida a uma reflexão muito atual, quando lideranças sentam à mesa para construir um mundo melhor, encontrar quiçá, soluções, curas, para os problemas de toda ordem de uma coletividade, então, quem você convidaria para a mesa da 81ª Assembleias Geral da ONU, que se instala hoje? Recordando que também fazemos parte dessa construção, se não na prática, tijolo por tijolo, pelo menos em boas ideias.

Fazendo aqui um feedback, Jesus senta-se à mesa com Mateus e outros cobradores de impostos, considerados por muitos como indignos daquela convivência. Mas, diante da crítica dos que se julgavam justos, responde:

“Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas os doentes.” (Mt 9,12)

Talvez essa passagem também possa conversar com o nosso tempo.

Afinal, não é uma grande mesa de diálogo que se abre, simbolicamente, na 81ª Assembleia Geral da ONU, cujo tema propõe “Restaurar a confiança, gerenciar a transformação”?

Então, quase dois anos depois, volto à minha reflexão de janeiro de 2025 para conversar com aquela MângelaCastro que lançava perguntas ao futuro.

(HORIZONTES MEMORÁVEIS...: Resultados da pesquisa TRUMP É REELEITO) e no andar da carruagem, um dos pontos de geopolítica que mais impactou o mundo do empreendedorismo e humanitário, na ERA TRUMP.: IMIGRAÇÃO E TAXAS DE JUROS DE EXPORTAÇÕES... diga-se de passagem, não só para Mexicanos, mas, afetando com efeito dominó mais paises.

O que ressoou? O que mudou? O que se confirmou? E o que ainda aguarda o tempo para responder?

É essa conversa que convido você a fazer comigo.

“Quando o mundo deixa de conversar, as consequências não ficam confinadas às salas dos governos; de estudos, jornalísticas, sejam eles quais forem, simplesmente, elas chegam às nossas casas.”

Há textos que escrevemos para o presente e que, algum tempo depois, parecem nos chamar novamente para uma conversa.

Foi o que aconteceu comigo ao reencontrar uma reflexão publicada em 25 de janeiro de 2025, quando começava uma nova gestão presidencial nos Estados Unidos. Naquele momento, escrevi sobre geopolítica, meio ambiente, imigração, economia e sobre os possíveis efeitos das escolhas de uma grande potência sobre o restante do mundo.

Quase dois anos depois, volto àquele texto não para dizer que eu havia previsto o futuro. Seria pretensão.

Volto para perguntar:

O que ressoou daqueles “Horizontes Memoráveis”?

Talvez a resposta esteja menos naquilo que aconteceu exatamente como imaginávamos e mais nas perguntas que permaneceram.

A MângelaCastro de 2025 conversa com a de 2026

Naquela manhã, eu observava a chamada “Era Trump” com a inquietação de quem compreende que nenhuma grande nação vive isolada do restante do planeta.

Hoje, olhando para trás, vejo que aquela preocupação continua atual, embora o cenário tenha adquirido novos contornos.

O mundo chega à 81ª Assembleia Geral das Nações Unidas atravessado por guerras, tensões econômicas, mudanças climáticas, desenvolvimento desigual e novos desafios tecnológicos, entre eles a inteligência artificial. O próprio tema escolhido para esta Assembleia — “Restaurar a confiança, gerenciar a transformação” — parece responder, de certa maneira, a uma das inquietações que eu já colocava naquele texto de 2025.

Restaurar a confiança.

Talvez seja justamente essa uma das maiores necessidades do nosso tempo.

Brasil e Estados Unidos: dois países, muitos interesses em comum

Brasil e Estados Unidos não precisam pensar da mesma maneira sobre tudo.

São países diferentes, com histórias, interesses, responsabilidades e visões políticas próprias.

Mas possuem também relações econômicas, diplomáticas e sociais que tornam difícil imaginar que decisões tomadas em um país não repercutam no outro.

As recentes medidas tarifárias americanas sobre produtos brasileiros mostram isso concretamente. Segundo o governo brasileiro, as novas sobretaxas alcançaram parcela significativa das exportações destinadas ao mercado americano e contribuíram para uma redução das exportações brasileiras aos Estados Unidos em 2026.

Por outro lado, o comércio não é uma estrada de mão única.

Empresas, trabalhadores e consumidores americanos também participam dessa relação.

É justamente por isso que a retomada das negociações entre os dois governos pode representar uma oportunidade: não necessariamente para que um lado “vença” o outro, mas para que ambos encontrem mecanismos capazes de reduzir prejuízos e ampliar aquilo que pode ser construído em comum. As equipes dos dois países voltaram a conversar depois de uma ligação entre Lula e Trump em agosto, e novas tratativas estão previstas para o encontro do G20 no final de setembro.

E o que a Assembleia da ONU pode nos oferecer?

Talvez não devamos esperar de uma Assembleia Geral soluções mágicas.

A ONU não substitui a soberania dos países, nem pode obrigar governos a abandonarem suas diferenças.

Mas existe algo que somente um grande fórum multilateral pode oferecer:

a possibilidade de conversar quando seria mais fácil romper.

Nesta Assembleia serão discutidos temas que ultrapassam fronteiras: paz, desenvolvimento sustentável, mudanças climáticas, direitos humanos, inteligência artificial e os grandes conflitos que afetam a segurança e a economia mundial. Há inclusive reuniões específicas dedicadas à ação climática, à transição justa e às ameaças provocadas pela elevação do nível do mar.

E talvez seja aí que minha reflexão ambiental de 2025 encontre novamente o presente.

O clima não pergunta qual é a nacionalidade de quem sofre.

A fumaça não conhece fronteiras.

A seca não respeita passaportes.

As enchentes não escolhem ideologias.

E uma crise econômica, em um mundo interdependente, pode atravessar oceanos muito mais rapidamente do que qualquer navio.

O que Brasil e Estados Unidos poderiam levar dessa oportunidade?

Talvez, antes de tudo, a compreensão de que soberania não precisa significar isolamento.

O Brasil tem o direito de defender seus interesses, sua democracia, seu território, sua economia e suas escolhas.

Os Estados Unidos também.

Mas ambos podem descobrir que defender seus próprios interesses não significa necessariamente ignorar os interesses legítimos do outro.

Para o Brasil, interessa preservar mercados, empregos, investimentos, estabilidade econômica e sua capacidade de dialogar com diferentes parceiros internacionais.

Para os Estados Unidos, interessa manter relações comerciais e estratégicas com uma das maiores economias e um dos países de maior peso ambiental e geopolítico das Américas.

E para ambos interessa combater aquilo que nenhum deles consegue resolver sozinho: o crime transnacional, as mudanças climáticas, as crises econômicas, os riscos tecnológicos e as ameaças à paz.

Não se trata de concordância absoluta.

Trata-se de cooperação possível dentro da diferença.

E onde entram os cidadãos?

Aqui talvez esteja a parte mais importante desta reflexão.

Governos passam.

Presidentes passam.

Políticas econômicas mudam.

Tarifas podem subir ou baixar.

Mas os povos permanecem.

São os trabalhadores, empresários, agricultores, estudantes, cientistas, famílias e pequenos empreendedores, nossas comunidades religiosas, que acabam sentindo no cotidiano as consequências das grandes decisões tomadas nas salas de governo.

Por isso, quando observo as relações entre Brasil e Estados Unidos, não consigo enxergar apenas Lula e Trump. Assim como quando olho para Jesus narrado pelo evangelho de Mateus e sob seu ponto de vista, Jesus, sentado àquela mesa de pessoas não bem quistas da sociedade, não consigo enxergar apenas Jesus e Cobradores de Impostos mas sim, ___Enxergo como fossem brasileiros e estadunidenses, os quais permanecem aguardando uma luz no fundo do túnel, para atravessarmos pontes que nos conduzirão a consolidações favoráveis, em várias esferas de governo, vejo muito além de governanças, vejo, simplesmente cidadãos comuns do povo aguardando soluções accessíveis, plausíveis, através de suas lideranças, quiçá a cura de todos nossos problemas.😋

Dois povos que, embora separados por uma fronteira continental e por diferenças culturais e políticas, fazem parte de uma mesma realidade mundial.

E talvez seja essa a grande responsabilidade dos líderes:

não transformar diferenças entre governos em distanciamento entre povos. E como cristãos que em maioria somos, orar para que essa Assembleia se torne um campo de sementes fortificadoras para o futuro ...

Quase dois anos depois...

Volto então à MângelaCastro de janeiro de 2025.

Ela me perguntava sobre os horizontes que se abriam diante do mundo.

Eu, agora, respondo a ela:

— Alguns daqueles horizontes realmente mudaram. Outros se tornaram ainda mais complexos. E algumas perguntas continuam sem resposta.

Mas uma certeza parece ter amadurecido.

Nenhuma grande nação constrói seu futuro completamente sozinha.

A liberdade de cada país precisa caminhar ao lado da responsabilidade pelas consequências de suas escolhas.

E talvez seja essa a maior lição que podemos retirar destes quase dois anos:

quando o mundo deixa de conversar, as consequências não ficam confinadas às salas dos governos; elas chegam às ruas, às casas, aos empregos, aos preços, às famílias e ao futuro das próximas gerações.

Por isso, antes de perguntarmos quem ganhou ou quem perdeu, talvez devêssemos perguntar:

O que podemos construir juntos?

Essa pergunta não pertence apenas a Lula.

Nem apenas a Trump.

Pertence aos dois povos.

Pertence ao Brasil.

Pertence aos Estados Unidos.

E, de certa maneira, pertence a todos nós.

Porque os horizontes podem ser nacionais, mas o planeta sobre o qual caminhamos continua sendo um só.

Quase dois anos depois, já que passamos mais da metade do ano de 2026, talvez seja isso que tenha ressoado dos meus “Horizontes Memoráveis”: não uma previsão do futuro, mas a necessidade de continuar perguntando antes que o futuro nos obrigue a responder.

É quase como se a pergunta de Jesus a Mateus atravessasse dois milênios e chegasse à Assembleia Geral: quem ainda estamos dispostos a convidar para a mesa? 🌱

Paz e Bem.

By MângelaCastro - 21/9/2026

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Enviado por MângelaCastro em 21/09/2026
Código do texto: T8724561
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quarta-feira, 16 de setembro de 2026

A VOZ!...

 Bom dia, caros leitores e eleitores cristãos ou não.

Vejamos, aqui se fala de:

_Consciência, Transparência e Democracia, através da voz de uma cidadã cristã.

“Apurar não é condenar. Investigar não é julgar antecipadamente. E transparência não significa transformar suspeitas em verdades antes que os fatos sejam devidamente esclarecidos.”


E por falar em metáforas: "Uma coisa, é uma coisa, outra coisa, é outra coisa" rs, ou seja, CRISE INVESTIGATIVA DO STF, é do STF, ELEIÇÕES DEMOCRÁTICAS, são nossas escolhas como cidadãos brasileiros que somos, responsáveis, e bem saibamos discernir e bem nos auto conduzir, não nos deixando confundir.

Há manhãs em que acordamos procurando organizar os pensamentos, como quem abre as janelas de uma casa depois de uma noite de muito vento.

Talvez esta seja uma delas.

Olho para o Brasil e penso em sua grande casa. Uma casa onde vivem mais de 200 milhões de brasileiros, cada qual com sua história, seus sonhos, suas necessidades e, neste momento, também suas preocupações.

E o que ouvimos lá fora?

Vozes. Muitas vozes.

Algumas pedem justiça. Outras pedem transparência. Outras defendem instituições. Outras questionam decisões. E, no meio de tantas vozes, existe uma que não pode desaparecer: a voz do cidadão.

É por isso que hoje não quero falar do berço.

Quero falar da voz.

Porque o Brasil não está precisando de mais gritos.

Está precisando de clareza.

Estamos vivendo um momento de forte tensão institucional, particularmente dentro do Supremo Tribunal Federal. Documentos foram tornados públicos, surgiram denúncias e pedidos de investigação envolvendo ministros, e a própria Corte passou a enfrentar, publicamente, divergências internas que chegaram ao conhecimento de toda a sociedade. Treze ex-ministros do STF chegaram a pedir uma apuração rigorosa dos fatos, com respeito ao devido processo legal.

Tudo isso precisa ser apurado.

Mas apurar não é condenar.

Investigar não é julgar antecipadamente.

E transparência não significa transformar suspeitas em verdades antes que os fatos sejam devidamente esclarecidos.

Talvez seja exatamente aí que esteja a nossa maior dificuldade.

Porque quando a informação chega ao povo misturada ao barulho, à indignação, à disputa política e às interpretações de cada lado, já não sabemos mais onde termina o fato e começa a opinião.

E isso é perigoso.

Não apenas para uma instituição.

Para todos nós.

O Supremo Tribunal Federal é uma instituição fundamental da República. Seus ministros possuem responsabilidades e competências definidas pela Constituição e pelas leis. Se existem denúncias envolvendo integrantes da Corte, que sejam investigadas pelos meios adequados, com transparência, contraditório, devido processo legal e respeito às garantias que devem valer para todos.

Mas, ao mesmo tempo, não podemos esquecer que existe uma outra grande responsabilidade diante de nós.

As eleições.

E é aqui que a minha inquietação de cidadã encontra a minha inquietação de mulher.

Pode-se dizer que uma coisa não tem relação com a outra.

Juridicamente, talvez sejam processos distintos.

Politicamente, porém, é impossível pedir ao cidadão que não perceba o ambiente institucional em que fará sua escolha.

Porque estamos falando de instituições que, de diferentes maneiras, participam da vida democrática do País; estamos falando de candidatos que disputarão os votos dos brasileiros; estamos falando de decisões, relações, denúncias e acontecimentos que chegam diariamente aos olhos e aos ouvidos de quem precisará escolher.

Por isso, não é o momento de apagar a voz da sociedade.

É o momento de torná-la mais consciente.

Talvez aquela mulher que existe dentro de tantas de nós — aquela que olha uma casa desarrumada e imediatamente pensa que é preciso colocar cada coisa em seu devido lugar — pudesse dizer:

— Nobres colegas, não estou pedindo que parem de investigar. Não estou pedindo que escondam nada. Estou apenas perguntando se não podemos fazer tudo isso com a serenidade necessária para que o cidadão consiga enxergar.

Porque jogar mais poeira sobre uma casa já cheia de ruídos não ajuda ninguém a encontrar a verdade.

Precisamos de luz.

E luz não escolhe lado.

Luz simplesmente mostra.

Se há irregularidade, que apareça.

Se não há irregularidade, que também apareça.

Se há responsabilidade, que seja demonstrada.

Se não há, que seja reconhecida.

E que cada instituição responda por aquilo que lhe cabe.

Ao Judiciário, a Justiça.

Ao Ministério Público, suas atribuições.

Às demais instituições, suas responsabilidades.

Aos candidatos, suas propostas, seus compromissos e seus históricos.

E ao povo?

Ao povo, a voz.

A voz que pergunta.

A voz que fiscaliza.

A voz que não aceita ser conduzida pelo simples barulho das multidões.

A voz que lê antes de compartilhar.

A voz que procura conhecer antes de condenar.

A voz que não entrega sua consciência a ninguém.

E, finalmente, a voz que chega às urnas.

Porque votar não deveria ser apenas escolher um nome.

Deveria ser um ato de consciência.

E talvez seja aqui que uma antiga frase de Jesus possa novamente nos fazer pensar:

“Dai, pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.”
(Mateus 22:21; Marcos 12:17; Lucas 20:25.)

Jesus não estava falando de eleições brasileiras, evidentemente. Respondia a uma questão sobre as obrigações diante da autoridade civil. Mas a distinção permanece como uma provocação para nossa consciência: cada esfera deve responder por aquilo que lhe pertence.

Talvez hoje precisemos justamente disso.

Que cada um ocupe o seu lugar.

Que as instituições cumpram suas competências.

Que as denúncias sejam investigadas.

Que as provas sejam examinadas.

Que as decisões sejam tomadas dentro da lei.

Que os candidatos apresentem ao povo aquilo que pretendem fazer.

E que o cidadão tenha tranquilidade para observar tudo isso e, finalmente, escolher.

Sem medo.

Sem cabresto.

Sem manipulação.

Sem transformar indignação em certeza antes da hora.

Porque uma democracia não precisa de um povo silencioso.

Mas também não precisa de um povo ensurdecido pelo próprio vozerio.

Precisa de um povo que saiba ouvir.

E talvez essa seja a voz que mais nos esteja faltando.

A voz serena.

A voz consciente.

A voz que não grita para ser ouvida, porque sabe que a verdade, quando encontra espaço para aparecer, não precisa de gritos.

O Brasil é uma grande casa.

E, dentro dela, somos todos moradores.

Que Deus nos conceda discernimento para não confundir barulho com verdade, indignação com justiça e opinião com conhecimento.

Porque, no fim, quando chegar a hora de escolher os caminhos que queremos para nossa casa, será a nossa voz — a voz de cada cidadão — que ajudará a escrever o próximo capítulo desta história. E que não sejam apenas "Sepulcros Caiados"!

Conforme Mateus 8:22, que diz ao povo cristão: "Jesus, porém, disse-lhe: Segue-me, e deixa os mortos sepultar os seus mortos." Este versículo enfatiza a importância de seguir Jesus e deixar que os mortos enterrem em paz, sem a pressão de pregar sobre eles. A frase "deixar que os mortos sepultem seus mortos" é um paradoxo que sugere que, embora os mortos não possam ser levados a pregar, eles devem ser tratados com respeito e dignidade, conforme a tradição judaica. E assim, todos nós seres viventes em nosso berço esplêndido - BRASIL!

Paz e Bem.

By MângelaCastro -  16/9/2026

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Enviado por MângelaCastro em 16/09/2026
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