Nas poeiras dos séculos, chegamos até aqui...
O Brasil é uma das maiores economias do mundo, ocupando hoje o oitavo lugar no ranking Internacional. Mas essa grandeza já chegou à mesa de todas as famílias brasileiras?
Em A GRANDE FAMÍLIA BRASIL E SEU GESTOR, uma reflexão sobre cidadania, responsabilidade pública e o nosso direito de cobrar resultados para além das promessas.
Porque o Brasil não precisa apenas crescer. Precisa transformar seu crescimento em dignidade para seu povo.
Assim pensando, me levanto com o Brasil nessa manhã de sábado, desejosa que seja um Bom Dia, e que assim como vi em sonho, não quero gestores passando imagem de ser bonzinhos conosco, dando tapinhas nos ombros, mas, pelas costas mostram "as garras" e a violência, me gera medo! Por que cito sonhos, porque são neles que minhas íntimas reformas e fragilidades tão humanas, como cidadã cristã católica, mãe, profissional, vão se ajeitando como um grande mosaico onde coloco pedra por pedra nesse meu cotidiano multifacetado.
SEGURANÇA PÚBLICA, DIGA NÃO AO FEMINICÍDIO ...
Quando falamos em segurança pública, precisamos refletir: será que armar o cidadão é o melhor caminho para proteger a sociedade? Veja, uma pessoa de bem, diante do medo ou sentindo-se acuada, pode agir por impulso e transformar uma situação de perigo em tragédia. Para isso, temos a Segurança Pública, cujo efetivo deve ser preparado, valorizado e ampliado sempre que necessário, com capacitação e acompanhamento psicológico. No Brasil, a posse e o porte de armas são distintos e obedecem a requisitos legais; não basta estar livre de antecedentes criminais para ter direito ao porte. Como cristã, acredito que proteger a própria vida não nos autoriza a desconsiderar a vida alheia. Precisamos fortalecer as instituições, investir na prevenção e respeitar os limites da convivência social. Afinal, o direito de um termina onde começa o direito do outro. Será que estamos preparados para ampliar o armamento civil ou precisamos, antes de tudo, fortalecer a segurança que deve proteger a todos?
O mandamento que diz "Não matarás" está inserido no 6º mandamento da Lei de Deus, especificamente em Êxodo 20:13. Este mandamento enfatiza a importância da vida humana e a proibição de matar.
A OITAVA MAIOR ECONOMIA DO MUNDO
Trocando de "alho para bugalho". Estava aqui eu, lendo uma reportagem que anuncia a chegada do Brasil à oitava posição entre as maiores economias do mundo! Vejo aqui uma conexão, se temos condição financeira de alcançar um ranking mundial econômico, temos condição financeira de insuflar mais incentivos fiscais, na segurança, na saúde, na educação, na moradia para todos... Parabéns para nós! 😍
E por favor, Senhores gestores, olhar para as prateleiras do varejo, onde os preços estão disparados .... é uma lógica, produto mais caro, menor é o consumo, perde comerciante, perde família!
Sim, para nós, porque administrar um país tão populoso e cheio de desafios não é responsabilidade exclusiva dos políticos, isso é fato. Afinal, nós também fazemos parte dessa engrenagem, somos também o sistema estrutural à nossa forma: trabalhamos, produzimos, pagamos impostos, elegemos nossos representantes e participamos, direta ou indiretamente, da construção da sociedade em que vivemos.
Mas será que alcançar esse ranking é suficiente para satisfazer as necessidades da grande família que é o Brasil?
Somos hoje, mais de 213 milhões de brasileiros e brasileiras, uma população numerosa, diversa e em constante transformação. Governar um país dessa dimensão, convenhamos, não é o mesmo que administrar uma família de seis pessoas!
Porém não tão diferente, exige planejamento, organização, responsabilidade, muito trabalho e uma gestão capaz de transformar recursos em oportunidades e prosperidade. Mas essa prosperidade ainda não alcança, na mesma medida, todas as famílias, especialmente aquelas que permanecem na base da pirâmide social.
E é justamente aí que nossa reflexão começa: se o Brasil cresce economicamente, o que ainda precisamos fazer para que esse crescimento chegue à mesa, à escola, ao hospital e ao lar de cada brasileiro (a) que milagrosamente vem sobrevivendo?
Há muito trabalho a realizar!
Imaginemos o Brasil como uma grande família. Uma família numerosa, cheia de talentos, riquezas naturais, trabalhadores que acordam cedo e milhões de pessoas que, diariamente, alimentam a esperança de dias melhores. Um sol nascente em uma grande, luminosa e frondosa cidade que não dorme. Uma família que produz, contribui, paga impostos e confia que aqueles a quem entrega a administração de seus recursos saberão cuidar do bem comum.
Lucas 12:48, que diz: "A quem muito foi dado, muito será exigido; e a quem muito foi confiado, muito mais será pedido.
Como toda família, nosso Brasil também tem suas necessidades, contas a pagar e sonhos. Precisa de saúde, educação, segurança, moradia, trabalho digno e oportunidades para seus filhos, o gestor da GRANDE FAMÍLIA BRASIL, não é Deus, mas pode ser, o GRANDE PAI que ajuda a prover as famílias mais vulneráveis, é fato, Jesus não deixou os mais fracos para trás sentados à beira do caminho, é preciso saber enxergar o que a multidão não vê, mesmo tendo olhos que enxergam. (Marcos 10:46)
E, quando chega o momento de escolher quem administrará nossa casa, ouvimos propostas, conhecemos projetos e depositamos nas urnas a confiança de que nossas necessidades serão consideradas.
Mas há uma pergunta que insiste em permanecer entre nós: se o Brasil está entre as maiores economias do mundo, por que ainda temos tantas necessidades básicas à espera de soluções?
O tamanho de nossa economia nos enche de orgulho, mas o desenvolvimento de uma nação não pode ser medido apenas pelos números que aparecem nas manchetes, estatísticas não colocam alimentos sobre a mesa, não compram remédios, nao enfrentam filas para atendimentos, não precisam de depender do judiciário para que sejam cumpridas as suas necessidades de saúde, sua sobrevivência.
Precisamos observar também a mesa das famílias, as filas nos hospitais, a qualidade das escolas, as condições de trabalho e a tranquilidade de quem deseja simplesmente viver com dignidade. Pergunto: Será que os candidatos que se apresentam estão realmente cumprindo com seus talentos e dons? Será que verdadeiramente, nos certificamos das obras feitas por cada um deles distintamente?
Uma grande família precisa de um gestor que saiba administrar seus recursos, estabelecer prioridades e prestar contas, mister. Não basta anunciar que há mais dinheiro circulando; é necessário demonstrar como ele está sendo empregado e quais benefícios concretos está proporcionando à população.
E aqui começa nossa responsabilidade cidadã. Sim, porque reclamar é fácil, jogar a culpa nos ombros dos outros, também, agora, ajudar a construir a obra, eis aí a questão!
Não podemos atribuir todos os problemas a um único governante, ignorando a história, as dificuldades econômicas que viemos passando ao longo dos tempos, os seus Ministérios, e as responsabilidades dos demais poderes, as três esferas que estão aí não para confundir, mas para explicar e aplicar corretamente as leis, com suas funções sociais, não falo só do Poder Judiciário, falo também do Poder Legislativo e Executivo, principalmente os que antecederam os atuais. Tampouco devemos aceitar que a complexidade dos problemas se transforme em justificativa permanente para promessas não cumpridas.
Cada governo tem seu tempo, suas escolhas e suas responsabilidades. Cabe-nos observar o que foi realizado, o que permaneceu no papel, quanto custou cada iniciativa e quais resultados chegaram à vida dos brasileiros.
Diga-se de passagem, o gestor público não é dono da casa, ele compartilha poder e direitos, com seus Ministérios, com os chefes: ___ do Distrito Federal, Estados e Municípios, com os Vereadores, Deputados, Senadores e Judiciário esse que tem por princípio e ética, seguir preceitos da imparcialidade política. São entretanto, estes a quem confiamos, por determinado período, a administração de uma parte do patrimônio coletivo, diga-se de passagem, portanto, ele está na direção, mas não totalmente no comando, e é exatamente essa a minha preocupação, caso ocorra emendas em nossa atual Constituição Federal/88, é fato que a sociedade evoluiu ao longo desses anos, mas, é preciso sermos coerentes, equânimes, e como povo, junto com o Ministério Público, e poder legislativo, ser fazedores e fiscalizadores das leis, ou seja, sermos mais participativos, atuantes nas reformas que se fizerem necessárias. E essa confiança não elimina o nosso direito de perguntar, fiscalizar, discordar e cobrar, e a eles nos darem as respostas às dúvidas que vão surgindo, e por que não cobrar resultados, responsabilidades e consequências a quem compartilhou poderes? É preciso que fiquem atentos a todo esse poderio, e nas decisões, ser imparcial, ficar longe das influências políticas, pensar antes no povo que os elegeram!
Afinal, uma família não vive apenas de grandes números. Vive de cuidado, planejamento, trabalho e responsabilidade compartilhada.
Talvez o nosso maior desafio não seja apenas conquistar posições mais elevadas no ranking das economias mundiais, mas fazer com que cada avanço econômico represente uma oportunidade a mais para quem ainda espera sua vez.
Que nossos governantes compreendam que administrar o Brasil é cuidar de uma grande família, com diferenças, necessidades e sonhos que não cabem em um único discurso, ou em um único bolso. E que nós, cidadãos, aprendamos a olhar para além das promessas, sem perder a esperança nem abrir mão da consciência crítica, e Crística que muito nos ensina com o passar das eras.
Porque o verdadeiro progresso temporal e espiritual acontece quando se tira as vendas dos olhos, e vê que a riqueza deixa de ser apenas uma estatística matemática humana, e sequentemente, de delegar responsabilidade às orbes celestiais, haja visto, termos o péssimo hábito de dizer quando as coisas nos saem do controle: ___Deus é quem sabe! Ora, convenhamos, Ele já fez a sua parte, delegando aos humanos os dons e talentos necessários para que continuem as obras, agora, mister, passar a ser percebida na vida real das pessoas.
E você, brasileiro (a), se pudesse fazer uma única pergunta ao gestor da nossa grande família, qual seria? Você já conhece a resposta, ou ainda tem dúvida?
Talvez seja essa a pergunta que mereça acompanhar cada campanha eleitoral e cada mandato: não apenas o que prometem fazer pelo Brasil, mas como pretendem transformar suas promessas em dignidade para o povo brasileiro. Isso claro, quando se apresenta um plano diretor que pode ser eficaz, inclusive nas reformas que precisem ser realizadas a contento.
Paz e Bem! 🌷
By MângelaCastro -17/10/2026




