Bom dia, Boa tarde. Boa noite. 🌿 Como estão?
Me diz aí. Alguma vez, lendo algo, de repente seu pensamento dita-lhe forte um nome, que a princípio nao tem nada a ver? Então você para, e diz para si mesma: ___oi? ... como assim? Exatamente assim, enquanto lia algumas reportagens, um nome atravessou meu pensamento sem aviso, como um sopro breve e silencioso, querendo me ensejar talvez, algo que fosse mais importante, robusto, do que aquelas reportagens que não levam a lugar algum:__ Cruz del Valle, esse foi o nome que veio. Nunca havia ouvido falar. Ainda assim, ele veio inteiro, pedindo apenas escuta.
Hoje já aprendi a lidar melhor com esses lampejos. Não os apresso, não os descarto. Apenas observo. Fui então pesquisar, escrevendo exatamente como o nome me chegou, e encontrei sua ligação com a história humana, marcada por poder, disputas e memória.
Mas compreendi logo, ao ler sobre o assunto, que todos os protocolos e desejos humanos, nao tinham nada a ver, não faziam sentido depois de anos, bom, pelo menos para mim, e que o sentido daquele pensamento não era político. Era em verdade, espiritual. Apenas foi usado um nome bem próximo de nossa realidade, em maioria surreal! Afinal, chegamos em tempos que devemos ganhar tempo no tempo que já se esgota rs, refletindo melhor sobre o que realmente interessa para nossa evolução espiritual. Se ficou curioso sobre a que se referia esse nome, você pode procurar na Wikipédia, está lá completo.
Lembrei-me, e corri adaptar então, essa situação ao ensinamento de Jesus, quando questionado sobre a cobrança injusta de impostos ao povo sofrido. Mostrando a moeda, Ele respondeu com simplicidade e profundidade:
“Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.” (Mateus 22:21)
Ao longo da história, a humanidade se perdeu muitas vezes em antagonismos e confusões, como em Babel, onde todos falavam, mas ninguém se entendia. Ainda assim, Deus nunca julgou seu povo pela ignorância, mas pelas atitudes. O tempo passa, os impérios caem, e novas oportunidades de discernimento sempre são concedidas.
Os homens disputam lugares, monumentos, narrativas e sepulturas. Deus, porém, não se ocupa de ossos nem de títulos. Tudo o que é material retorna à terra. O que se eleva é o espírito, levando consigo apenas a história que construiu enquanto caminhava por aqui.
Não nos cabe julgar destinos, líderes ou decisões humanas, já temos tantos problemas particulares a resolver, mas sim, buscar no discernimento que todos deveríamos ter. Cada espírito pertence a Deus, nossa consciência real e desperta, não aos homens. E será diante d’Ele que cada um responderá, não pelo lugar onde repousou o corpo, mas pelo bem que escolheu viver.
Os homens disputam túmulos.
Deus observa o coração.
Ossos ficam.
O espírito segue.
Agora, a família que Deus nos delegou, tem sim direito de escolhas, após perdermos a capacidade de decidir por nós mesmos, e que se aproxime do melhor possível, afinal, ainda somos humanos e necessitamos de símbolos, de lugares ...
By MângelaCastro - 31/1/2026