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segunda-feira, 10 de agosto de 2026

A VIDA EM NOSSAS MÃOS! SEJA PARTE DA MUDANÇA!

QUANDO A CALMARIA DA AURORA ENCONTRA OS VENTOS DO DIA
❤️ Ontem foi justamente esse silêncio fecundo: uma pausa para estarmos, quem pôde, com os nossos, reunir a família, compartilhar uma refeição e celebrar o dia. Quantas inspirações, saudades, verdades, histórias nascem desses preciosos encontros. E hoje a fonte voltou a jorrar. 🌿

O sol irradia seus primeiros raios, translúcidos e delicados, enquanto algumas avezinhas chilreiam em algum galho entre pequenos arvoredos, anunciando, com seu canto, a força e as muitas possibilidades de um dia que apenas começa.

E a forma como atravessaremos esse dia dependerá muito da maneira como escolheremos olhar para ele.

É preciso saber abrir portas para as possibilidades, encontrar soluções para os nossos problemas, às vezes tão corriqueiros, mas que, dependendo da forma como os encaramos, podem transformar-se em um pesado mar revolto.

Se soubermos pedir sabedoria ao Deus do Universo, talvez Ele nos inspire a encontrar um caminho. E, quem sabe, em meio às inquietações, possamos fazer e oferecer o melhor de nós, até encontrarmos a calmaria de um prado verdejante, onde as respostas parecem repousar.

E se elas ainda não vierem?

Talvez seja preciso ter a paciência de um ancião das montanhas, que aprendeu a escutar o som dos ventos, o murmúrio das águas correntes de um rio, o perfume das flores silvestres e o remanso que habita aqueles lugares. Mas também ele, tem seus percalços, suas sensações, e do seu silêncio nasce também precauções, quando os ventos ruidosos pressagiam mudanças, e nuvens densas, trazem tempestades, a diferença, bem, é que ele aprendeu com o tempo, a agir rapidamente ao sinal de qualquer perigo, é a lei de sobrevivência, buscar na sabedoria as respostas que nos qualificam para as eventuais mudanças temporais, seja da natureza humana e ou dos tempos, que a vida se nos enseja.

A princípio, tudo parece tranquilo e sereno.

Mas as horas passam.

As respostas não chegam como uma brisa leve, e começamos a nos inquietar. É então que a vida nos ensina outra lição.

Como a ave-mãe que protege seus filhotes no ninho, preservando-lhes a vida diante dos gaviões que sobrevoam o lugar, primeiro vem o susto. Depois, o medo. E, então, nasce a coragem.

A ave-mãe percebe que não está sozinha.

Seu companheiro se aproxima. Outras aves do bando se juntam. E o que parecia ser apenas fragilidade transforma-se em força. O barulho de todas elas é suficiente para espantar o gavião, que finalmente desiste daquele ninho.

Assim também é a nossa vida.

Cada dia começa com a calmaria do amanhecer, mas, conforme as horas avançam, o mundo se movimenta.

Chegam o vai e vem dos carros, os passos apressados pelas grandes avenidas, os ônibus e metrôs lotados, as motos, as bicicletas, as pessoas correndo para chegar a algum lugar, no tempo e na hora certos.

E, se pudéssemos olhar tudo do alto, como fazem as aves predadoras, cumprindo seu circulo de sobrevivência natural, quando observam suas presas, talvez percebêssemos o quanto aquilo que parecia tão sereno ao romper da aurora pode transformar-se, em poucas horas, em um grande reboliço de acontecimentos.

Mas, em meio a tudo isso, não podemos desistir.

Nem sempre teremos paciência. Nem sempre teremos respostas. Nem sempre saberemos exatamente para onde seguir.

Mas teremos a possibilidade de continuar.

Continuar fazendo acontecer o melhor que pudermos, apesar das intempéries, confiando que, assim como as águas seguem o curso do rio e os ventos seguem seu caminho, também as horas encontrarão naturalmente o seu destino.

Desde o romper da aurora até o escurecer do ocaso, a vida continuará acontecendo.

E talvez seja essa a nossa tarefa para este novo dia:

Fazer o melhor que pudermos, sem permitir que as inquietações roubem aquilo que ainda pode florescer.

Que nada de bom se perca.

Que nada de essencial desapareça feito fumaça levada pelos ventos.

E que, quando o dia finalmente terminar, possamos olhar para trás e dizer:

eu fiz o melhor que estava ao meu alcance.

E então, que venha a noite...

Não como fim, mas como descanso.

Para que amanhã, se Deus permitir, uma nova aurora encontre novamente em nós uma fonte disposta a brotar.

Salmos 23:1-3, que afirma: “O Senhor é o meu pastor; nada me faltará. Ele me faz repousar em pastos verdejantes; guia-me mansamente a águas tranquilas.” Aqui, o repouso é associado à provisão e à paz que Deus oferece, mostrando que o descanso verdadeiro vem da confiança em Sua orientação.

By MângelaCastro — 10/08/2026

A VIDA EM NOSSAS MÃOS! SEJA PARTE DA MUDANÇA!

QUANDO A CALMARIA DA AURORA ENCONTRA OS VENTOS DO DIA Mais um amanhecer chega de mansinho. ❤️ Ontem foi justamente esse silêncio fecundo : u...