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quinta-feira, 19 de março de 2026

"FOLHETINS" DO COTIDIANO...ENTRE A PACIÊNCIA E O APRENDIZADO

 Tudo é benção, tudo é graça, é aprendizado >>>

'Entre acertos e tropeços, a verdadeira vitória é continuar aprendendo a amar."

No século XIX, e acredito até os dias atuais, ofolhetins, como os livros que compõe a Bíblia Sagrada, histórias ali impressas não apenas entretinham, mas também ajudavam e seguem ainda esta pedagogia de formar identidade cultural, religiosa social da sociedade brasileira. __Eles foram um instrumento importante na construção desenvolvimento _das identidades culturais sociais de uma sociedade, influenciando costumes valores da época. E têm valores que não se perdem no tempo, se aprimoram com nosso cotidiano.

Ontem percorri caminhos que exigiram de mim mais do que força — exigiram amor.

Quando no cuidado a um parente doente, senti que, quando agimos com paciência e doação, os momentos difíceis se tornam mais leves de atravessar, traz por si só, alegria pro coração, principalmente quando tudo transcorre bem. E, graças a Deus, tudo correu bem.

Voltei para casa em paz comigo mesma.

Mas a vida, com sua sabedoria silenciosa, sempre nos reserva um último teste.

Já ao final da tarde, não com o doente, mas comigo mesma, e um terceiro que entra nesta história, que até então, era só alegria e alívio pro coração, não mais que de repente, me surpreendi com uma palavra áspera, sem caridade… e, por um instante, perdi o equilíbrio. A resposta veio rápida — reflexo de um coração ainda em aprendizado.

Depois… o silêncio quase mortal.

A dor do arrependimento, me cobrando: ____logo você que recebe lições de direcionamento todos os dias, se deixa pegar desprevenida?
E nele, a reflexão.

Perguntei a mim mesma:
como foi a minha colheita neste dia?

Consegui vencer sem me enraivecer?
Ou deixei escapar, justamente no fim, aquilo que mais precisava guardar?

E compreendi…
não se trata de voltar atrás, não trata de se pegar em erro — o tempo segue.
Mas sempre posso recomeçar diferente.

Hoje amanheci com o coração sereno, com o sabor de dever cumprido, tanto fora de meu lar, quanto dentro dele, mesmo com as pedras no caminho, não por ter acertado em tudo, mas por reconhecer onde posso melhorar.

Percebo que todos nós estamos atravessando grandes provações.
Cada alma carrega seus próprios pesos, suas dores invisíveis, seus cansaços não ditos.

Talvez, aquela palavra, ou gesto que feriu… também tenha nascido de um dia difícil do outro.

E isso muda tudo.

Aprendo, então, a fechar as portas do ressentimento e abrir espaço para a compreensão.

Aprendo a valorizar o que tenho:
um teto, um leito, um alimento sobre a mesa, o calor do amparo…
enquanto tantos — como pequenos órfãos, que vi em sonho e mais um ensinamento — dependem do cuidado de mãos abençoadas para simplesmente existir.

E me pergunto:
como não ser mais grata?

Se posso amar, ainda que imperfeitamente…
já estou no caminho.

Porque sei:
ninguém que caminha na caridade permanece desamparado.

Somos apenas chamados, dia após dia, a vigiar o coração —
para que não sejamos surpreendidos por nós mesmos.

Mas, se formos…
há sempre um novo amanhecer.

E nele, a chance de fazer melhor.

“As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos… renovam-se a cada manhã.”
Lamentações 3:22-23

By MângelaCastro - 19/3/2026

Enviado por MângelaCastro em 19/03/2026
Código do texto: T8584515

Classificação de conteúdo: seguro



sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

ESCOLHA SÁBIA ...

 

✨ Entre panelas e orações, encontro paz.

Às vezes, a pausa também é fé em movimento. 🌷


✨ Entre Panelas e Orações, Encontro Paz

Às vezes, a pausa também é fé em movimento.

Meus queridos(as), bom dia com alegria.

No amanhecer quaresmal, em meio a uma reunião de família, percebi o quanto ainda preciso exercitar a paciência do outro. Com uma pitada na descendência de italianos, tenho uma  mistura boa na genealogia, somada à advocacia por convicção, sempre pronta a ajudar nas contendas — às vezes me excedo nas palavras e nos gestos. Tudo é alegria, tudo é intensidade. Mas a conversão também passa pelo aprender a silenciar… e ouvir. Tenho dito!

Encerrado meu ritual com a bênção dos óleos para a cura do corpo e da alma, senti que minha própria cura começa quando dou bom dia a Deus e permito que Ele conduza meu dia. Foram momentos orantes e sinceros: na quarta-feira, com o Padre Robson de Oliveira, abençoei um pequeno frasco de azeite; na quinta, com Dom Frei Fernando Antônio Figueiredo, consagrei outro por intenção familiar — e também o azeite que alimentará nossa mesa.

Porque, em verdade, nada somos sem Deus.

Terminadas as orações, voltei às tarefas do cotidiano, entre tentativas de acordos judiciais e demandas da vida prática. Então, fiz uma pausa.

Fui para a cozinha.

Preparar a refeição é, para mim, quase um rito sagrado. Ao mexer as panelas, organizo pensamentos. Ao cortar os temperos, aparo preocupações. Ao sentir a água escorrer pelas mãos, algo dentro de mim também se aquieta.

Aprendi, no Caminho Neo Catecumenal, que o preparo do alimento pode ser oração. Silêncio, respeito, intenção. E minha mãe já ensinava: “Basta uma pitada de amor, minha filha.”

Cozinhar é presença.
E presença é descanso para a alma.

Não vou à cozinha para fugir dos problemas, mas para entregá-los por algumas horas nas mãos de Deus. Enquanto a água ferve, a alma esfria. Enquanto o alimento nutre o corpo, o silêncio nutre o espírito.

Depois retorno às atividades.
Os assuntos continuam ali — mas eu já não sou a mesma.

Que você também se permita essa pausa.
Que o tempero de hoje seja serenidade.

Receba meu abraço fraterno e cheio de luz.
Que sua casa esteja em paz, sua mente descansada e seu coração firme.

E que a Palavra eterna nos sustente, porque tudo passa — mas Deus permanece.

 🌷

Deixo a palavra do dia para que seja luz para seus pés, e conforto para seu coração:

 "Tudo passa, mas Palavra de Deus é eterna." Este versículo nos lembra da natureza transitória da vida física, mas também da imutabilidade eternidade da Palavra de Deus. É um lembrete para que, mesmo diante das mudanças incertezas da vida, mantenhamos esperança, a fé na espiritualidade maior, do Espirito Santo, confiança em Deus e que hoje e sempre vos abençoe. Paz e bem.


By MângelaCastro - 26/2/2026


sábado, 24 de janeiro de 2026

À Beira do Fogo: São Francisco de Sales e a Soberania da Caridade

 ___Nem todo remédio é suave, mas toda palavra precisa de caridade. Uma reflexão inspirada por São Francisco de Sales. Patrono dos escritores e comunicadores em geral, e hoje ele é comemorado ___  Assim como comemoramos também os 200 anos de Comunhão Diplomática entre Brasil e Santa Sé (Vaticano) Roma eclesial também está em festa. 🙏🙏💥

Nesta foto está Pedro nosso líder de comunidade (3) do Caminho Catecúmeno de Franca-SP, que fiz parte por alguns anos, tendo iniciado junto à comunidade de Pedregulho-SP, cidade que cresci, logo após prepararmos a mesa da Eucaristia.... É sempre uma celebração, preparar a mesa para a Santa Ceia com o Senhor ...

Bom dia, aqui já amanheceu tem um tempinho, e minha imaginação voa no tempo, e retorna a uma mesa de madeira rústica, uma cadeira, um vidrinho de tinta e a pena de uma caneta, a cena flui em meu pensamento nesse momento, ___São Francisco de Sales debruçado sobre papeis, com a xícara de café do lado, soltando vapor, é um momento inspirador, em Deus, nos seus projetos, e toda essa escrita dançando aos ventos, impressa em folhas de papeis amarelecidos pelo desgaste do tempo, atravessam séculos e chega quente como o café na chapa esperando ser servido...

☕✨

Junto a essa cena, me vejo também sentada a seu lado, apenas observando, quedo-me silenciosa à beira do fogão a lenha.

As brasas, sempre acesas, como o Espírito Santo de Deus, aqueciam o ambiente e os pensamentos, enquanto uma xícara de café me aguardava, como quem convida a escrever sem pressa. Há silêncios que falam, e há lugares simples que favorecem escutas profundas.

Nesta manhã, ao acompanhar a Santa Missa, enquanto nosso pastor maior Dom Orani João Tempesta, se encontra em Roma, representando-nos na comunhão com a Sé Apostólica Romana Diplomática, meu coração foi conduzido à memória de um santo que há séculos inspira escritores, comunicadores e todos aqueles que tentam servir ao bem por meio da palavra.

São Francisco de Sales.

Homem de origem nobre, mas de espírito simples e pastoral. Conhecia bem as fragilidades humanas e não se iludia com idealizações excessivas. Observava o mundo com realismo, sensibilidade e um humor leve, que nunca feriu, mas sempre curou.

Com fina ironia e profunda sabedoria, dizia:

“O mundo está a tornar-se tão delicado que, em breve, já não se ousará tocá-lo senão com luvas de veludo, nem medicar as suas chagas senão com cataplasmas de cebola; mas que importa, desde que os homens sejam curados e, em última análise, salvos? A nossa rainha, a caridade, faz tudo pelos seus filhos.”

 

Nessas palavras, reconhecemos um pastor que compreendia o tempo em que vivia, mas que jamais perdeu de vista o essencial. Para ele, não era o método que salvava, nem a forma, nem o rigor isolado ou a doçura excessiva. O critério maior sempre foi a caridade.

Essa visão encontra eco na exortação bíblica de São Tiago (2:26), quando nos recorda que a fé não pode permanecer apenas no discurso, pois, se não se traduz em obras, torna-se estéril. A palavra precisa ganhar corpo, gesto e presença.

Inspirada pelos ensinamentos de São Francisco de Sales, compreendo que escrever também é um ato de serviço. Não escrevo por pretensão, mas dentro das minhas possibilidades, ainda com passos lentos e pensamentos por vezes frágeis. Faço o que posso, confiando que Deus age para além das limitações humanas.

São Francisco de Sales nos ensina que a verdadeira devoção se revela na vida cotidiana, nas pequenas ações feitas com amor e fidelidade. A palavra, quando nasce da mansidão e da verdade, deixa de ser apenas letra e se transforma em caminho.

Que a caridade — rainha soberana — continue governando nossas palavras e atitudes, para que não permaneçam apenas registradas no papel, mas alcancem os corações que precisam ser tocados. E que toda semente lançada com sinceridade encontre, no tempo certo, o seu florescer.

P.S: ___Carta Apostólica “Totum Amoris Est” (“Tudo pertence ao amor”) — é uma carta apostólica do Papa Francisco por ocasião do 400º aniversário da morte de São Francisco de Sales. Nela, o Pontífice destaca o legado espiritual do santo como um guia para nosso tempo, sublinhando que São Francisco de Sales soube ajudar os outros a buscar a Deus através da caridade, da alegria e da liberdade.

Título: Totum Amoris Est — “Tudo pertence ao amor”
📍 Publicada em 28 de dezembro de 2022, pela Santa Sé. 


By MângelaCastro - 24/1/2026






domingo, 14 de dezembro de 2025

"O MENOR SERÁ O MAIOR DE TODOS"....DA DOR ENSIMESMADA, BROTA A COMPAIXÃO ...

 ___Quando a dor ultrapassa os muros, a esperança aprende a florescer no coração. ____

Um feliz e santo domingo,
um amanhecer que nos convida à esperança!

Hoje, pensando nas inúmeras dores causadas às vezes pela nossa forma equivocada de moldar nossa vida,  num ímpeto de esperança, somos convidados a refletir sobre os detentos
— e também sobre aqueles que permanecem do lado de fora,
muitas vezes ensimesmados pela dor.

Porque, quando um parente é privado da liberdade,
algo em nós também se vê aprisionado.
A cela ultrapassa os muros, alcança o coração da família,
limita sonhos, silencia risos
e impõe um cativeiro invisível,
feito de espera, culpa, medo
— e, ainda assim, esperança.

Que esta reflexão nos desperte para a compaixão,
para uma justiça que humaniza
e se deixa corrigir.
Que saibamos aparar íntimas arestas,
para que nossos prejulgamentos
não nos aprisionem
nem nos afastem do bem e da justiça.
Amém.

Concluo com o que interpretei das palavras de nosso Papa Leão XIV,
na homilia deste domingo do Advento:

Versículo do Evangelho (3º Domingo do Advento)

“Quem tiver duas túnicas, reparta com quem não tem;
e quem tiver alimento, faça o mesmo.”
(Lucas 3,11)

“A esperança brota onde menos se espera.
Mesmo no pântano lodoso, nasce a flor —
purificada pela dor e pelo esforço de se deixar nascer.
Que ninguém se perca.
A Salvação é para todxs.”

Que este dia seja de escuta interior,
brandura e luz. ✨


By - MângelaCastro

14/12/2025

domingo, 7 de dezembro de 2025

O FOGÃO REACENDE NAS CHAMAS , MEMÓRIAS ...

“Entre o cheiro do mato, o fogo que virou calma e o riso das crianças, a terra me ensinou que memória também é fé — e nunca se apaga.”

Bom dia, hoje desperto com minha doce criança que 'inda mora aqui na memória de horas de escrita, que me anima a vida nas primeiras luzes do dia. 

Que o céu se abra enquanto tento falar sobre memórias — ontem resolvi preparar para meu filho e sua namorada, quando a tarde já ia e a noitinha chegava, memórias que me vinham, e relembro  nossa mãe, fazendo rabanadas, memórias natalinas de infância e com o coração batendo forte pulsante me embalo, algumas lágrimas imperceptíveis, brotam desse meu olhar já perdendo a vivacidade da flor da idade, mas as memórias me reacendem como a lenha que queima no fogão....

O doce borbulhando no tacho, no fogareiro improvisado no fundo do quintal embaixo do limoeiro, que fala como versos trazendo memórias, o perfume quente que sobe e se espalha pelo ar, beijando a flor de laranjeira perfumando o quintal. O canto que minha mãe com sua voz forte, doce que acalma a alma, se mistura com o riso das crianças que acalma, alegra, devolve o coração ao seu lugar. Assim inicio meu dia como um doce germinar de lembrança de criança...


“A lei divina e natural mostra ao homem o caminho a seguir para praticar o bem e atingir o seu fim. A lei natural enuncia os preceitos primários e essenciais que regem a vida moral. Tem como fulcro a aspiração e a submissão a Deus, fonte e juiz de todo o bem.” Catecismo da Igreja Católica (1949–2051)


A terra nos conta muitas memórias, se nos revela nosso netinho, desde o seu ressurgimento no espaço. Verdade, no tempo, ela se transformou: do fogo que a consumia, do calor que a moldava, veio o nascimento de séculos — como a água que um dia seca, como o fogo que arde e depois se apaga, deixando no ar apenas vestígios enquanto tudo consumia no tempo, só restou fumaça. Mas, enquanto a névoa pairava silenciosa, misteriosa, ali, entre gritos e sussurros dos ventos, crianças brincavam ao relento.

Cresciam como a morosidade mansa dos mineiros, os pés esticados pra frente no balanço, dando-lhe movimento: Enquanto, mãos talentosas, faz o leite se transformar como uma puxa que se estica pelas forças das mãos, e se transforma num gostoso requeijão... Lá fora no quintal, primeiro raízes, depois flores, que enfeitam os vasos simples, que ornamentam o lugar tranquilo, bucólico, como tardes quentes de verão, que se encerram e já são lembranças,  nossas histórias...

Entre as raízes, a vida seguia se descrevendo —
paixão que não morre, mas floresce, doce e certeira,
como as serras da Mantiqueira, que deixam escorrer veios d’água pelas suas beiras, em noites de lua cheia.

Nas memórias da terra sinto o cheiro da chuva que cai,
da terra que respira molhada, das flores dos campos sem fim, que desabrocham sem pressa.
O fogo que antes ardia e tudo consumia, agora é calma:
não mata, não maltrata a hora — aquece, ilumina, traz lembranças da infância.
que enriquecem as páginas em branco da vida, regida, pelas letras, saudades, as crianças que 'inda brincam no balanço aqui dentro do pensamento onde imagens povoam, também lembram de um ancião, com um ramo no canto da boca, ele vê, através dos olhos da alma, é o avô deitado na rede contando histórias antigas, guardadas como tesouro para seus netos. 

Dizem os filósofos do cotidiano, que, quem tem passado, tem memórias e histórias para contar... é a própria vida se escrevendo...
De olhos fechados, volta no tempo e descreve tudo com precisão.
Daquela memória amorosa, nascem histórias que nunca se gastam, enobrecem os nossos rincões.

E lá fora, a dança do balanço continua, rangendo no galho.

dançando no vácuo, balanço que balança pelos ventos, vai e vem...

O limoeiro silencioso só ouve o canto que encanta.

sorrisos acendem a traquinagem da criança,
e o cheiro do mato mistura tudo numa festa de vida.
São amores e sorrisos que não morrem —
porque permanecem para sempre nas memórias de cada um.

Luz que vem como candeeiro e não se apaga, nas vielas mineiras,
mesmo que o tempo passe.
Sorrisos, histórias e passos ficam enraizados,
como raízes na memória da terra, e da gente.
E assim vamos vivendo entre ramas e asfaltos,
sabemos: há memórias vivas que só o coração e o pensamento conseguem guardar.
E a vida segue seu curso como os rios, às vezes retos, outras, com suas curvas— e, no seu modo simples e eterno, continua flutuando como folhas caídas das árvores, ou frutos que alimentam, esperando um porto seguro no tempo, que não se apaga, não se consome. 

Concluo:

No pensamento, minhas memórias, no dia a dia, o vai e vem desenham as imagens que vejo, anoto os sons que escuto, como murmúrios das águas que passam no balouçar dos ventos, que chegam, mas não sabemos para onde vão, e num reflexo súbito, seguro: minhas saudades, melhores lembranças, abraço com força meu tempo, e beijo as flores, moldadas pelas águas que vertem das nuvens, e as pedras que vez e outra desviam o caminho, mas junto, traz memórias de longe, do tempo que nossa mãe num gesto de atenção e carinho, aquecia não só nosso estômago com comidinha gostosinha, mas nos aquecia o coração, quando nos fazia pela manhã, o bolinho do papai, rabanadas, café quentinho e pão na chapa, e nos ensinava como fazer, são pequenos gestos no cotidiano que formam nossas melhores lembranças, um agrado para o namorado (a), um abraço afetuoso de amigo(a), um doce feito pelas próprias mãos ... Segredos e sonhos, que só o tempo sabe bem guardar. Nosso dia a dia, se escreve não só por bons momentos, mas também por um simples gesto que pode agradar e impulsionar o amor que nos rege e ajuda compor nossas memórias, com pequenos e simples gestos de atenção e carinho que compõem nossas histórias, e faz o amor crescer dentro de nós!

By MângelaCastro - 07/12/2025

Enviado por MângelaCastro em 07/12/2025
Reeditado em 07/12/2025
Código do texto: T8506740
Classificação de conteúdo: seguro

"DAR O TROCO" ...CAINDO NA MALHA DA PRÓPRIA INSATISFAÇÃO ...

___Dar o troco parece justiça, mas quase sempre se transforma em prisão para quem o pratica. O perdão não muda o passado, mas devolve a paz ...