Total de visualizações de página

Mostrando postagens com marcador #Jesus. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador #Jesus. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 7 de julho de 2026

"HE-MAN, E OS MESTRES DO UNIVERSO!!

Gostaria de viajar no tempo comigo? Então venha! 

Mateus 26__2 Então Jesus disse-lhe, em sinal de alerta, convenhamos: ___Embainha a tua espada; porque todos os que lançarem mão da espada, à espada morrerão.

Mais do que uma nostalgia,  uma realidade ... A verdadeira espada é a consciência; a verdadeira força nasce quando descobrimos que Deus habita em nós.

Nas manhãs que se seguiram, assistindo à Copa de 2026 pela televisão, torcendo por nosso País, mas também pelas demais nações, percebi como o esporte é capaz de despertar uma força extraordinária. Durante aqueles momentos, inúmeros corações passam a bater em uníssono, movidos por um desejo quase irresistível de vitória.

Forma-se uma energia contagiante que une pessoas de diferentes culturas e histórias. Por alguns instantes, esquecemos as preocupações do cotidiano. Mantemos os olhos fixos na telinha: ora esbugalhados pela tensão, ora iluminados pela alegria. Compartilhamos gritos, risos, aplausos, lágrimas e uma sincera empatia, mesmo entre adversários.

Foi justamente nesse cenário que uma pequena centelha de lembrança transformou-se em uma reflexão mais profunda sobre a existência. Veio-me à memória um antigo desenho animado, eu, mesmo adulta amava assisti-los junto com meu filho, 'inda criança, e ríamos juntos, torcíamos juntos, e seu pai ria de mim, achava engraçado como eu gostava dos desenhos animados e me divertia junto com nosso filho, talvez como resposta ao desejo de encontrar forças para seguir adiante, mesmo diante das dificuldades da vida, das notícias que nos entristecem e das derrotas que, muitas vezes, acabam nos tornando mais fortes e conscientes.

(https://youtube.com/shorts/XQFbcm-60Bg?si=-S9b_MXN6kUV9rJc)

Quem viveu as inesquecíveis Copas dos anos 1970, as infâncias e o despertares da maturidade a partir dos anos 80, 90 e seguintes, ou teve filhos pequenos naquela época e depois acompanhou as grandes transformações culturais e tecnológicas das décadas seguintes, certamente se lembrará daquele personagem que, ao erguer sua espada, proclamava com convicção:

"Eu tenho a força!"

Talvez essa frase nunca tenha sido apenas o bordão de um herói da ficção. Talvez sempre tenha sido um convite para descobrirmos a força que Deus plantou, silenciosamente, dentro de cada um de nós.

Aqui sigo, lutando com a vida e, sobretudo, comigo mesma, tentando vencer barreiras que, por vezes, insistem em se erguer diante de mim. E, neste amanhecer, nasceu um pensamento que despertou coragem.

Foi então que comecei a refletir.

Se o próprio Jesus nos ensinou que a força da fé habita em nosso íntimo e que, por meio dela, somos capazes de realizar muito mais do que imaginamos, Ele não apenas nos convida à esperança. Convida-nos também à coragem, ao autoconhecimento e, principalmente, a sermos mestres de nós mesmos.

Mais do que esperar pelos acontecimentos, precisamos confiar na força que Deus depositou em cada ser humano. Essa confiança é a centelha das grandes transformações. Saber o que queremos e aprender a construir esse caminho significa despertar o melhor que existe em nós.

A força do bem querer é poder.

Querer o próprio bem nunca foi pecado nem egoísmo. É reconhecer a dignidade que Deus nos concedeu e assumir a responsabilidade de cuidar da própria vida, do corpo, da mente e do espírito, sem burilar ninguém, para que possamos servir ainda melhor ao próximo a nós dado como missão de vida.

Se acreditamos que a presença divina habita em nós, por que permitir que o medo nos paralise? Por que duvidar de que podemos vencer, antes de tudo, a nós mesmos? Novas oportunidades estão desabrochando como flores em cada amanhecer. O importante é zelar por esse grande jardim de Deus, que é nosso próprio coexistir.

Curiosamente, sinto que essa mensagem encontra eco até mesmo naquele antigo desenho animado. Quando o herói, de físico forte e caucasiano, loiro como um anjo, erguia sua espada e proclamava:

"EU TENHO A FORÇA!"

E hoje, mais conscientizados, abertos a tudo que renova e nos desperta, transformamos anjos loiros, em anjos sem cores, apenas, humanizados ...

Talvez a maior lição não estivesse nos músculos, nem nos poderes extraordinários, nem na cor, nem na etnia, gênero, mas na confiança despertada dentro de si.

A verdadeira força nunca esteve na espada.

Sempre esteve na coragem de acreditar.

E quando a fé desperta a coragem, descobrimos que os verdadeiros mestres do universo não são heróis invencíveis, mas seres humanos capazes de vencer a si mesmos.

A maior força não é a que vence batalhas. É a que vence o medo que existe dentro de nós.

Talvez seja por isso que tantas frases e momentos da infância permaneçam vivos em nossa memória. Não conseguimos separar a criança que insiste em habitar em nós do adulto que nos tornamos. Assim como as flores permanecem sustentadas pelo caule e pelas raízes que lhes alimentam a vida, nossas lembranças amadurecem conosco.

Quando crianças, sonhávamos possuir uma espada mágica ou uma varinha de condão. Quando adultos, descobrimos que a verdadeira espada sempre foi a consciência, e que a força não é concedida por um poder exterior, mas despertada silenciosamente por Deus no íntimo de cada ser humano, como um dom que aguarda o momento de florescer.

Acredito que essa reflexão nos convida a olhar para o horizonte com mais esperança. Afinal, talvez o longe não exista quando descobrimos que a verdadeira força sempre esteve tão perto: dentro de nós mesmos. Ela nasce da fé, amadurece no amor e floresce no despertar da consciência.

Paz e bem, caríssimos!

Que neste amanhecer você possa repetir esta frase não como um grito de poder, mas como uma oração silenciosa:

"Eu tenho a força, porque Deus habita em mim."

Mângela Castro
07 de julho de 2026

sexta-feira, 19 de junho de 2026

"DAR O TROCO" ...CAINDO NA MALHA DA PRÓPRIA INSATISFAÇÃO ...

___Dar o troco parece justiça, mas quase sempre se transforma em prisão para quem o pratica. O perdão não muda o passado, mas devolve a paz ao coração de quem escolhe seguir em frente. 🌿✨

Os efeitos desse sentimento não atingem apenas a alma,

Por que postei esta foto com amigos(as) tão queridos(as)?

Porque ela me recorda uma viagem de grandes aprendizados. Participamos de um Congresso Ecumênico, cujo objetivo era promover a unidade cristã, com interatividades bem pedagógicas, e para mim, uma das maiores riquezas daquele encontro foi o exercício da convivência respeitosa diante das diferenças de ideias e opiniões.

Ali compreendi que, muitas vezes, precisamos olhar além das palavras e das reações das pessoas. Nem toda ofensa nasce da maldade; algumas surgem das próprias inquietações, dores e insatisfações de quem as carrega.

Esses sentimentos não atingem apenas a alma. Refletem-se também no corpo e perturbam nosso dia a dia. Por isso, cuidar das emoções negativas é também cuidar do próprio bem-estar.

Entre os sintomas mais comuns estão:

• Dor de cabeça
• Dor nas costas
• Dor na nuca
• Dor de estômago e desconfortos semelhantes aos da úlcera
• Depressão
• Fadiga
• Ansiedade
• Irritabilidade
• Tensão e esgotamento
• Insônia e agitação
• Apreensões e medos sem causa aparente
• Infelicidade
Então, se está com esses males lhe afligindo, cuide de olhar para dentro de si mesmo (a), e ver onde está "titubeando"...

Muitas vezes trocamos o certo pelo duvidoso. Traímos princípios apenas para conseguir o que desejamos ou para provar que somos capazes de tudo. É o famoso "dar o troco". Mas essa atitude em nada nos fortalece; ao contrário, revela nossas fragilidades.

A maioria de nós evitaria tomar um medicamento se soubesse que seus efeitos colaterais seriam mais prejudiciais do que o benefício esperado. No entanto, nem sempre somos seletivos com os pensamentos que cultivamos.

Qual é o antídoto?

O remédio é o perdão. É saber desculpar e não guardar mágoas. E o primeiro perdão deve ser dirigido a nós mesmos.

Quando aprendemos a perdoar, compreendemos que não somos vítimas permanentes das atitudes alheias. Se nos amamos e seguimos o fluxo da vida com consciência, descobrimos que o perdão é um elemento extraordinariamente eficaz, capaz de aliviar muitos dos sofrimentos que carregamos.

Perdoar não é apenas um exercício da razão; é, sobretudo, um equilíbrio da emoção. É permitir que os bons sentimentos, já presentes na criatura humana, floresçam novamente.

Isso não significa que, após o perdão, a convivência voltará a ser a mesma. Nem sempre. Porém, se alguém conseguiu nos ferir profundamente, talvez exista em nós alguma insegurança, orgulho ou fragilidade que ainda precisa ser trabalhada.

Quem nos magoa muitas vezes apenas encontra uma ferida já existente.

Perdoar é tomar um elixir que suaviza a dor e permite seguir em paz. É deixar que a vida, o tempo e as leis divinas façam seu trabalho de aprendizado e renovação.

As disputas, os ciúmes, as fofocas e as rivalidades costumam nascer justamente nos ambientes mais próximos: na família, no trabalho e nas relações afetivas. Muitas vezes, tudo isso é alimentado pela falta de amor-próprio e pela necessidade de possuir aquilo que não se conquistou pelo próprio mérito.

Por isso, desculpemos. Infinitamente.

Já nos ensina a saudosa e bondosa MEIMEI ...

Tudo na vida possui uma finalidade no aprimoramento comum. Dura é a pedra e áspera a areia, mas ambas sustentam o leito do rio para que as águas não se percam. Escura é a noite, mas sem ela não contemplaríamos as estrelas. Humilde é a lagarta, contudo, dela nasce o fio de seda que inspira a beleza. Doloroso é o sofrimento, mas sem ele dificilmente reconheceríamos muitas verdades.

Sempre que a mágoa ou a ofensa baterem à porta de nosso coração, desculpemo-las tantas vezes quantas forem necessárias.

Assim ensinou Jesus:

"Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete." (Mateus 18:22)

É pelo esquecimento de nossos erros que o Senhor nos sustenta. Somente a bondade torna a vida verdadeiramente grande, vitoriosa e plena.

By MângelaCastro - 19/6/2026

quinta-feira, 27 de novembro de 2025

🌟 Natal e Páscoa: Quando a Luz Chega e Quando a Luz Vence

Bom dia Caríssimos!

Entre o presépio que dá início à vida, e no ocaso, a cruz, onde a fé revela seu maior segredo: a Luz que nasce é a mesma que vence.

“Estamos nos aproximando do Natal. Há uma movimentação dentro e fora de nossas casas: arrumamos os detalhes, agradecemos pelo ano que se despede e nos preparamos para celebrar, mais uma vez, o nascimento do Menino Deus. Cada família, com sua cultura e sua fé, encontra um jeito próprio de acolher essa Luz que renasce.”


Assim, 

Hoje o sol amanheceu brando para mim.
Depois de dias carregando uma angústia sem nome, a oração me devolveu o fôlego da alma.
Enquanto eu escutava o canto dos passarinhos recém-saídos do ninho, fui envolvida por uma paz que parecia anunciar algo novo.
Assisti à missa matinal, ontem e hoje, cujas palavras sacerdotais, lançaram luz sobre o tema que hoje toca meu coração: as festas que marcam a nossa fé.

Estamos próximos do Natal, tempo de ternura, família, ceia, abraços e memória viva do nascimento de Jesus. É uma data de alegria, de aconchego, de luz acesa nas janelas e no coração.

Mas, como foi recordado, embora o Natal nos encante com sua doçura, a festa mais importante para nós cristãos é a Páscoa. E é natural perguntar: por quê?

🌿 A Páscoa que Jesus transformou

Muito antes de Cristo, a Páscoa já era celebrada pelos judeus como festa das colheitas.
Os agricultores subiam ao templo levando suas cestas cheias dos primeiros frutos: símbolo de vida, gratidão e esperança. Cantavam, dançavam, festejavam — como quem celebra a bondade da terra e a fidelidade de Deus.

Mas quando Jesus participa dessa mesma festa, tudo muda.
A colheita deixa de ser apenas dos frutos do campo e passa a ser a colheita da vida eterna.

O que era apenas agradecimento agrícola torna-se mistério, aliança, entrega.
Naquele ambiente festivo, Jesus caminha para Seu calvário e nos revela que a verdadeira Páscoa é passagem:
da dor para a vida,
da cruz para a esperança,
da morte para a ressurreição.

Por isso a Páscoa é maior que o Natal.

No Natal, Deus vem ao nosso encontro.
Na Páscoa, Ele nos leva de volta para o Pai.

O nascimento é o início da Luz.
A Páscoa é quando essa Luz vence a noite.


🌾 A colheita que permanece

O símbolo não se perdeu:
assim como o grão que cai na terra e renasce multiplicado, Cristo se entrega e nos transforma em fruto novo.

A Páscoa é a festa que sustenta o coração da fé cristã.
A cruz não é o fim — é o começo do que Deus sonha para nós.


✨ Reflexão Final

Que este Natal nos lembre que a Luz chegou ao mundo.
E que esta próxima Páscoa — sempre a maior de todas as festas — nos recorde que a Luz venceu, vence e vencerá.

Que vivamos esse tempo com o coração desperto, sensível e agradecido, como quem colhe do próprio Deus a esperança que não murcha.


📜 Versículo

“Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em Mim, ainda que morra, viverá.”
(João 11, 25)

VIDA ESPIRITUAL: CRISTO,CABEÇA,CORPO E MEMBROS ...

Nesse domingo Vocacional, nasce-me um pensamento de partilha, e de comunhão universal, ser sacerdote não é ser apenas Padre, é muito mais, é...