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segunda-feira, 12 de outubro de 2026

SE NÃO POSSO IR ATÉ ELES, ELES VÊM ATÉ MIM, ...


Bom dia amadinhas de Nossa Senhora Aparecida!

“Pelos seus frutos os conhecereis.” — Mateus 7:16.

“Quando não conseguimos ir até os lugares que amamos, talvez sejam as lembranças desses lugares que venham ao nosso encontro.”

São exatamente 12:00 horas, e já começo ouvir poucos fogos aclamando e comemorando Nossa Senhora Aparecida, nossa Mãe Santíssima, talvez pela chuva que cai neste instante, que em verdade são bençãos sobre nossa cidade!

🌹 Neste Dia de Nossa Senhora Aparecida, um sonho me levou de volta à minha mãe, aos amigos que o tempo levou e aos ensinamentos que continuam vivos em meu coração. Talvez não possamos mais percorrer certos caminhos, mas o amor nos permite reencontrá-los na memória. E a verdadeira fé se revela nas boas obras e no respeito entre irmãos. 🙏❤️

Um sonho entre Nossa Senhora, minha mãe e os ensinamentos do amor

Talvez você estranhe eu me dirigir, nesta manhã, somente às amadinhas de Nossa Senhora. Não se trata de discriminação, mas de uma saudação carinhosa às mulheres, filhas de Maria e do Sagrado Coração de Jesus, que fizeram parte da caminhada de fé de minha mãe, uma mulher que encontrou na oração a força para atravessar as dificuldades da vida.

Mamãe guardou por muitos anos a fita vermelha que recebeu das mãos de um sacerdote, em Pedregulho. A imagem do Sagrado Coração de Jesus estampada naquela fita representava muito mais do que uma devoção: era a expressão de uma fé que a sustentou nas lágrimas, nas incertezas e nas lutas cotidianas, enquanto por aqui caminhou.


Devota de Nossa Senhora Aparecida, ela rezava o terço diariamente, colocando em suas orações os familiares e amigos que lhe confiavam suas dificuldades. E, se a vida lhe apresentou muitas dores, foi também na fé que encontrou forças para não desistir, e sempre buscar sua melhoria de vida espiritual, foi uma mulher caridosa.

Nesta madrugada chuvosa, voltei a caminhar com ela por caminhos que o tempo não apagou.

Estávamos diante de uma casa, ou talvez de um santuário que minha memória reconheceu como o da Medalha Milagrosa. Recordei, ainda que dentro do sonho, nossas caminhadas em Uberaba, quando eu conciliava trabalho e faculdade e, nas tardes de sábado, encontrava tempo para acompanhá-la em nossas visitas de oração.

Mais tarde, já morando em Franca, enquanto pude conduzir pelas estradas da vida, continuei levando mamãe ao santuário, especialmente para rezar o terço com as irmãs as 15 horas de sábados.

São lembranças que não envelhecem. Permanecem guardadas em algum lugar dentro de nós, esperando uma oportunidade para florescer novamente.

No sonho, estávamos do lado de dentro de um recinto gradeado quando avistei, na calçada oposta, uma amiga de nossa adolescência, Júlia Sinício, acompanhada de outras amigas. Ela nos cumprimentou sorridente, atravessou a rua e veio conversar conosco.

Perguntei por Mauro, seu esposo e nosso querido amigo. Ela respondeu que, passava bem.

Foi então que me curvei para observar sua mãe, Dona Ana, e comentei como estava bonita e conservada. Gentilmente, Dona Ana, olhou para a minha mãe e respondeu que ela também continuava muito bonita.

Sorrimos.

Que encontro singelo! Duas mães, duas histórias, duas mulheres que o tempo não conseguia apagar da lembrança de suas filhas.

As amigas se despediram e seguiram seu caminho. E foi quando avistei, do lado de fora daquele mesmo lugar, outro amigo de longa data: Orfeu, nosso querido Orfeuzinho Capanelli, também já falecido, e naquele momento do sonho, me vieram também em pensamento Vitalina a qual junto com ela enquanto eu desenrolava o manto do rosto de Jesus, enxugado por Verônica, ela cantava belamente, eu deveria ter nesse tempo uns 9 anos de idade,  e Marli Capanelli, falávamos sobre fé professada, e Orfeuzinho com olhos azuis olhava para mim, e dava um pouco de ombro, como dizer, não tem importância se é uma religião ou outra.

Iniciamos uma conversa sobre sua família, sobre as diferentes expressões da fé e sobre os caminhos espirituais que tantas vezes se cruzam, mesmo quando parecem tão distantes.

Em determinado momento, interrompi sua fala, como quem já conhece a intimidade de uma conversa antiga, e lhe disse:

— Sabe, Orfeuzinho, Chico Xavier nos ensinou que a inspiração vem de Deus. O nosso querer, porém, é humano. E, quando fazemos apenas aquilo que queremos, sem discernir se estamos agindo pelo bem, podemos errar, pecar. Talvez seja por isso que precisamos tanto aprender a reconhecer a diferença entre a vontade própria e a inspiração que nos conduz por amor de Deus.

Ele esboçou um leve sorriso, como se concordasse com minhas palavras.

E então acordei.

É manhã de 12 de outubro, dia de Nossa Senhora Aparecida, nossa Mãe Santíssima, e também Dia das Crianças. Curiosamente, eu ainda não havia me dado conta da data. Foi meu filho quem me recordou, durante nossa conversa pelo WhatsApp, enquanto eu lhe contava o sonho.

Eu já assistia à Santa Missa pela televisão, diretamente do Santuário, mas ainda não havia relacionado o calendário festivo à experiência daquela madrugada.

E comecei a pensar...

Quantas vezes desejamos estar em determinado lugar para sentir novamente a paz que ali encontramos? Quantas vezes sentimos falta de uma pessoa, de um abraço, de amigos que verdadeiramente nos amou exatamente como éramos, ou de uma igreja ou de um caminho que já percorremos tantas vezes?

(Igreja Matriz Nossa Senhora Aparecida de Pedregulho.)

Hoje, não posso mais levar mamãe comigo ao Santuário da Medalha Milagrosa, nem fazer aquelas visitas à casa de Chico Xavier, como tantas vezes fiz. Entretanto, as lembranças continuam me acompanhando, e os ensinamentos recebidos permanecem vivos.

Foi naquele santuário da Medalha Milagrosa que, em 01 de Maio de 1980, aproximadamente, que em um momento de extrema gravidade, após um acidente de carro, que ameaçou minha vida, voltei meu pensamento para Nossa Senhora e para minha mãe. Na maca, a caminho do hospital, eu sabia o quanto mamãe sofreria com minha situação. A fé foi uma das formas pelas quais encontrei forças para atravessar aquele momento.

Por isso, aprendi que saber pedir é importante, mas saber agradecer também é necessário.

E Chico Xavier, por meio de sua vida, de seus livros e de seu exemplo de caridade, ajudou-me a compreender melhor a espiritualidade, a fraternidade e o amor ensinado por nosso Irmão Maior, Jesus, e claro, toda minha catequese durante minha infância, adolescência e maturidade, recebida, enquanto católica de raízes profundas.

Chico teve raízes católicas e, ao longo de sua vida, tornou-se uma das figuras mais conhecidas do espiritismo brasileiro. Sua trajetória também me recorda que a busca sincera pelo bem pode atravessar fronteiras religiosas e aproximar pessoas que, embora professem crenças diferentes, reconhecem a importância da caridade, do amor e da fé.

(Grupo Ecumênico da Diocese de Franca, essa foto, foi tirada em um evento ecumênico mais ou menos em 2008, Na Câmara Municipal de Franca.,

Talvez seja essa a grande lição que retiro do sonho desta madrugada.

As amigas que encontrei, ligadas a uma família de tradição espírita, e meu amigo Orfeuzinho, pertencente a uma família de raízes católicas, estavam ali, em minha experiência onírica desta madrugada chuvosa, compartilhando comigo um mesmo espaço de diálogo e amizade. A última vez que vi Orfeuzinho eu era ainda adolescente, depois, nos mudamos para Uberaba e não mais tive encontros com a maioria desses amigos (as) onde cada um seguiu seu destino.

Não preciso interpretar esse encontro como uma revelação definitiva, nem encontrar explicações para cada detalhe. Posso acolhê-lo como uma oportunidade de revisitar minhas memórias, minhas convicções e aquilo que ainda preciso aprender.

Afinal, fé não se explica inteiramente: sente-se, vive-se e se revela, sobretudo, nas obras que praticamos.

Neste Dia de Nossa Senhora Aparecida, penso que a maternidade espiritual de Maria também nos convida ao acolhimento. Ela não nos ensina a erguer muros entre irmãos, mas a cultivar a humildade, a compaixão e a confiança em Deus.

E talvez, quando não conseguimos ir até os lugares que amamos, seja a própria lembrança desses lugares que venha ao nosso encontro. Por meio de um sonho, de uma conversa, de uma oração ou de um ensinamento guardado no coração, reencontramos um pouco daquilo que nos ajudou a ser quem somos.


Não tem problema que não deu certo para nós, meu filho e eu, pastoral do Idoso preparada pelo Catecumenato da São Benedito,  houve boa vontade de todo o grupo...😍

Não sei explicar por que sonhei justamente nesta madrugada. Mas sei o que o sonho despertou em mim: gratidão por minha mãe, saudade dos amigos, respeito pelas diferentes expressões da fé e a vontade de continuar aprendendo a distinguir os desejos passageiros daquilo que verdadeiramente constrói o bem.

Que Nossa Senhora Aparecida interceda por nós, por nossas famílias e por todos aqueles que, independentemente de sua crença, procuram viver com dignidade, amor e fraternidade. E principalmente nosso Papa Leão XIV que passará por uma intervenção cirúrgica delicada, nesta terça-feira, mas pela graça e sob as bençãos de Nossa Mãe Santíssima sairá curado, restaurado e fortalecido, e poderá continuar sua abençoada missão, representando o primeiro Papa das primeiras comunidades cristãs, São Pedro, nos acolhendo em orações e ensinamentos na ordem de Jesus Cristo.... Amém!

Porque o que vem do amor verdadeiro não precisa de disputas para demonstrar sua força. Precisa de mãos estendidas, palavras que confortam e boas obras que façam florescer a vida.

Paz e Bem!




Visitas na Medalha Milagrosa e na Casa histórica museu em homenagem a Chico Xavier em Uberaba - MG, dia 30 de junho, dia do meu aniversário e da partida de Chico Xavier para o mundo da espiritualidade.

Bem sei, que Ela Nossa Senhora da Medalha Milagrosa e Aparecida, acolhe meu sonho sem tirar dele o mistério e dá à saudade de nossas mães um lugar de ternura, sem transformá-la em tristeza permanente. 

Que nossos entes queridos (as) que já passaram para o outro lado da calçada como bem enfatiza Santo Agostinho, incluindo nosso amigo querido "Seu" Luiz da Farmácia, que se despediu de seus entes familiares e amigos no dia de ontem, sob as bençãos de Nossa Senhora, e Mãe Santíssima, sigam todos em paz, emanando-nos bons e salutares pensamentos pela inspiração de Deus do Amor Infinito. Amém!


By MângelaCastro - 12/10/2026

quarta-feira, 30 de setembro de 2026

QUANDO A FÉ ENTRA NA DISPUTA ELEITORAL: ___Maria cidadã + mulher de fé + advogada”: " Conheça a verdade, e a verdade vos libertará"

“Quem não acredita não precisa acreditar. Quem venera tem o direito de venerar. E ambos precisam ter o direito de existir em liberdade.” 

Esta é uma frase que enseja ensinamentos bíblicos, quanto cívico, amparada, protegida pela Nossa Constituição Federal, a Carta Magna do Brasil, em seu pleno exercício do Estado Democrático de Direitos. E claro, sem querer influenciar votos e ou posicionamentos, apenas requerendo bom senso, discernimento e respeito uns para com os outros.

Há momentos em que a política deixa de disputar apenas projetos de governo e começa a tocar aquilo que existe de mais íntimo no ser humano: a sua fé.

E talvez seja justamente aí que precisamos parar, respirar e pensar.

A recente polêmica envolvendo Nossa Senhora Aparecida reacendeu uma antiga divergência entre católicos e evangélicos acerca de Maria, dos santos e das imagens religiosas. Não é uma divergência nova. Ela nasce de diferentes interpretações bíblicas e de diferentes tradições cristãs.

Para muitos evangélicos, a Bíblia é interpretada de modo a rejeitar a veneração de imagens, entendendo que determinadas passagens condenam sua utilização no culto. Para os católicos, porém, a imagem não é Deus, nem a estátua é objeto de adoração. Ela representa alguém cuja memória e fé remetem ao sagrado.

São compreensões diferentes. São imagens que também evangelizam. 

E compreender essa diferença não deveria exigir que uma religião desqualificasse a outra.

Nossa Senhora Aparecida, para o catolicismo brasileiro, não é uma deusa. É Maria, Mãe de Jesus, venerada pelos católicos, e cuja imagem se tornou um dos maiores símbolos religiosos da história do Brasil.

Em 1930, Nossa Senhora Aparecida foi proclamada Padroeira do Brasil pela Igreja Católica. Esse reconhecimento pertence à tradição religiosa católica e não transforma a devoção mariana em obrigação para quem professa outra fé.

Quem não acredita não precisa acreditar.

Quem venera tem o direito de venerar.

E ambos precisam ter o direito de existir em liberdade.

E quanto a Jesus Cristo Ele  já se faz presente no meio de nós, em santuários, simbolicamente nos cruzeiros de madeiro, nos ambientes das esferas que decidem a história do Brasil, como plenário, e Câmaras Estaduais e Municipais, todas as crenças e fé, dogmática ou não, bem como dentro de muitos lares brasileiros.

É exatamente aí que a nossa Constituição Federal deveria ser a grande mediadora de nossas diferenças: não dizendo em que devemos acreditar, mas garantindo a liberdade de consciência e de crença.

O que me preocupa, portanto, não é que católicos e evangélicos e qualquer outra doutrina e ou filosofia de vida pensem diferente.

O que me preocupa é quando essa diferença religiosa começa a ser utilizada como combustível eleitoral.

A história recente da política brasileira mostrou como a aproximação de Jair Bolsonaro com segmentos evangélicos se tornou parte importante e polêmica, em sua trajetória eleitoral, isso é fato, embora ele se identificasse publicamente como católico, e tantos outros seus antecessores manifestaram em algumas oportunidades pública, sua fé dogmática também, independe da política. Sua atual esposa, é evangélica, e o ambiente político da família manteve relações estreitas com lideranças desse segmento, isso também é fato, são escolhas de vida, normal!

Agora, em 2026, uma nova polêmica envolvendo Nossa Senhora Aparecida tomou conta das redes sociais. Mas aqui precisamos ter cuidado com a verdade: não há registro de que Flávio Bolsonaro tenha prometido retirar Nossa Senhora Aparecida da condição de Padroeira do Brasil, justiça seja feita. A informação que circulou e ganhou grandes proporções, foi desmentida por ele e identificada por veículos de checagem como falsa.

O fato verdadeiro, porém, é que existe um histórico anterior que ajuda a explicar por que o assunto encontrou terreno tão sensível: em 2007, o então deputado Victório Galli apresentou projeto relacionado à mudança do título de Nossa Senhora Aparecida; a proposta foi arquivada em 2008. Décadas depois, a antiga iniciativa voltou a aparecer no debate eleitoral de 2026, agora associada, sem comprovação, ao candidato Flávio Bolsonaro.

E é justamente nesse ponto que penso que precisamos separar fé de medo.

Nossa Senhora Aparecida não deveria ser transformada em instrumento para angariar votos.

Jesus Cristo também não.

Nem a Bíblia.

Nem a cruz.

Nem qualquer símbolo sagrado.

A fé pode iluminar a política quando inspira justiça, fraternidade, solidariedade e respeito à dignidade humana.

Mas quando é utilizada para construir inimigos, dividir brasileiros ou alimentar suspeitas religiosas, talvez estejamos nos afastando justamente daquilo que dizemos defender.

Sou católica.

Respeito minha fé e amo a vida que Nossa Senhora teve, enquanto por aqui na terra caminhou como Mãe, Mulher Veneranda.

Mas isso não me autoriza a dizer ao meu irmão evangélico no que ele deve acreditar.

Da mesma forma, a convicção de um evangélico não lhe dá o direito de apagar aquilo que é sagrado para um católico.

Talvez esta seja uma das grandes provas da democracia:

aprender a conviver com aquilo em que o outro acredita sem precisar destruir aquilo em que nós acreditamos.

Porque, no fim das contas, quando a fé vira arma de campanha, todos nós perdemos alguma coisa.

Inclusive a própria fé.

Enquanto discutimos símbolos religiosos como se fossem trincheiras eleitorais, há um Brasil inteiro esperando que seus candidatos debatam aquilo que realmente poderá mudar a vida do povo.

“Amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei.”


 By MângelaCastro 30/9/2026 

Enviado por MângelaCastro em 30/09/2026
Código do texto: T8731367
Classificação de conteúdo: seguro

domingo, 25 de janeiro de 2026

Sob o Teu Manto, me mantenho no modo de espera ...

By MângeaCastro - 25/1/2026 

Bom dia....Talvez eu esteja querendo passar um recado, que alcance endereço certo —

O coração de alguém ...ou a mim mesma, que acredito que é o que seja. Leio os acontecimentos dos últimos tempos, entre o ficar estupefata,😟 e depois me aliviar, revejo histórias de vida, percebo que tudo o que era, permanece sem alterações, fico com a certeza de que ninguém muda ninguém, quem nasceu para ser "rei, nunca perde a majestade"... e aguardo respostas da própria vida no modo de espera:

sem buscar,

sem inflamar os sentidos,
apenas permanecendo.

Hoje, amanheci assim.
Logo cedo, relendo a vida que passa como um filme em minha mente.
Entre notícias, mudanças e o agora,
algo em mim escolheu silenciar.

Entrei no modo de espera, sem ficar estagnada —
como as águas frias e límpidas, de um córrego 

que corre ao encontro do mar.
Anseia renovações,
cura da alma,
porque, quando ela se cura,
tudo o mais flui naturalmente.

Então, hoje amanheci assim:
nem dor, nem alegria — só silêncio confiado.

Uma oração nascida no colo de Nossa Senhora.
Enquanto fazíamos nossa consagração a Ela,
as palavras vieram ao meu pensamento.
Eu apenas as acolhi
e escrevi:_


Mãe Aparecida,

hoje amanheci assim,
como uma pequena rama fina ao vento,
buscando alívio
sem saber ainda de onde ele virá.

Amanheci como letra morta,
sem endereço certo,
sem força para gritar sentido.
Tudo em mim parece aquietado,
amornado,
apenas sentindo…
e nada mais.

Não trago pedidos grandes,
nem palavras bonitas.
Trago esse silêncio cansado
e coloco em Tuas mãos.

Se minha alma hoje não sabe caminhar,
que ao menos descanse sob Teu Manto.

Sob teu Olhar...
Mãe Aparecida,

Se não sei rezar,
reza Tu por mim.
Se não sei esperar,
ensina-me apenas a permanecer.

Guarda-me, Mãe,
neste estado em que não dói,
mas também não floresce.
Porque sei
que até a semente,
antes de romper a terra,
fica quieta,
no escuro,
confiando.

Mãe do Belo Amor.

Que assim seja, amém!

Só me inspira dizer, quando tentamos mudar destinos sofre-se ____"se te quedas em sofrimento e dor "espera na oração: na certeza de que  nada do que esperamos em Deus fica sem resposta, confie, ela virá....


meu filho!

Amém.





sexta-feira, 3 de outubro de 2025

💓 GRATIDÃO TRANSFORMADORA!💓

💓💓💓Hoje amanheci com o coração cheio de gratidão: raízes, memórias e fé que florescem em mim. 🍃✨

#Gratidão #Fé #Raízes #NossaSenhoraAparecida #AmorIncondicional #VidaQueFloresce

💓💓💓

Talvez você questione por que escolhi este vídeo para acompanhar meu pensamento nesta manhã. Fiz isso porque sou grata a Deus por me permitir vir a este país, trazida pela herança materna de sangue genuíno dos indígenas das Minas Gerais. Isso me causa orgulho e gratidão pela oportunidade tão especial. Somos raízes fincadas neste chão.

Hoje amanheci com o coração cheio de gratidão — pelas coisas boas que aconteceram em minha vida e também pelas difíceis, pois ambas me fizeram crescer no amor incondicional. A vida é fonte que jorra e corre em minhas veias. Ofereço este canto de amor e gratidão a quem me fez o bem… e também a quem me fez o mal.

Outubro, mês de Nossa Senhora Aparecida: tantas bênçãos sempre nos trouxe, apresentando-nos Aquele que veio para nos salvar. É também mês de lembrar e agradecer aos pais adotivos, que caminham sobre este torrão de amor. Gratidão!

De repente, me vejo a rebuscar meu passado, como quem remexe gavetas antigas. Nos compartimentos do tempo, meio perdida, encontro raros tesouros. Sou eu quem vai ao encontro deles, ou são eles que me buscam? Meu coração trava um duelo silencioso com ele mesmo, como a me dizer: “Volta, Maria, para o presente.” Mas insisto, resisto.

Nesse mexe-remexe, descubro memórias que brilham como joias guardadas, esperando o momento certo de ressurgirem. Não sei se é saudade, se é busca, ou apenas um chamado suave para reencontrar pedaços de mim mesma que, como brotos insistentes, ainda desejam florescer.

Enviado por MângelaCastro em 03/10/2025
Código do texto: T8448926
Classificação de conteúdo: seguro

💓
By MângelaCastro - 3/10/2025

ENTRE A FÉ E A HISTÓRIA: QUANDO O CONHECIMENTO NOS ENSINA A PERGUNTAR E CONHECER!

  “Que tenhamos sempre a humildade de aprender, a coragem de pensar e a delicadeza de respeitar.” Que tenhamos uma manhã que já vai longe, ...