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sexta-feira, 19 de junho de 2026

"DAR O TROCO" ...CAINDO NA MALHA DA PRÓPRIA INSATISFAÇÃO ...

___Dar o troco parece justiça, mas quase sempre se transforma em prisão para quem o pratica. O perdão não muda o passado, mas devolve a paz ao coração de quem escolhe seguir em frente. 🌿✨

Os efeitos desse sentimento não atingem apenas a alma,

Por que postei esta foto com amigos(as) tão queridos(as)?

Porque ela me recorda uma viagem de grandes aprendizados. Participamos de um Congresso Ecumênico, cujo objetivo era promover a unidade cristã, com interatividades bem pedagógicas, e para mim, uma das maiores riquezas daquele encontro foi o exercício da convivência respeitosa diante das diferenças de ideias e opiniões.

Ali compreendi que, muitas vezes, precisamos olhar além das palavras e das reações das pessoas. Nem toda ofensa nasce da maldade; algumas surgem das próprias inquietações, dores e insatisfações de quem as carrega.

Esses sentimentos não atingem apenas a alma. Refletem-se também no corpo e perturbam nosso dia a dia. Por isso, cuidar das emoções negativas é também cuidar do próprio bem-estar.

Entre os sintomas mais comuns estão:

• Dor de cabeça
• Dor nas costas
• Dor na nuca
• Dor de estômago e desconfortos semelhantes aos da úlcera
• Depressão
• Fadiga
• Ansiedade
• Irritabilidade
• Tensão e esgotamento
• Insônia e agitação
• Apreensões e medos sem causa aparente
• Infelicidade
Então, se está com esses males lhe afligindo, cuide de olhar para dentro de si mesmo (a), e ver onde está "titubeando"...

Muitas vezes trocamos o certo pelo duvidoso. Traímos princípios apenas para conseguir o que desejamos ou para provar que somos capazes de tudo. É o famoso "dar o troco". Mas essa atitude em nada nos fortalece; ao contrário, revela nossas fragilidades.

A maioria de nós evitaria tomar um medicamento se soubesse que seus efeitos colaterais seriam mais prejudiciais do que o benefício esperado. No entanto, nem sempre somos seletivos com os pensamentos que cultivamos.

Qual é o antídoto?

O remédio é o perdão. É saber desculpar e não guardar mágoas. E o primeiro perdão deve ser dirigido a nós mesmos.

Quando aprendemos a perdoar, compreendemos que não somos vítimas permanentes das atitudes alheias. Se nos amamos e seguimos o fluxo da vida com consciência, descobrimos que o perdão é um elemento extraordinariamente eficaz, capaz de aliviar muitos dos sofrimentos que carregamos.

Perdoar não é apenas um exercício da razão; é, sobretudo, um equilíbrio da emoção. É permitir que os bons sentimentos, já presentes na criatura humana, floresçam novamente.

Isso não significa que, após o perdão, a convivência voltará a ser a mesma. Nem sempre. Porém, se alguém conseguiu nos ferir profundamente, talvez exista em nós alguma insegurança, orgulho ou fragilidade que ainda precisa ser trabalhada.

Quem nos magoa muitas vezes apenas encontra uma ferida já existente.

Perdoar é tomar um elixir que suaviza a dor e permite seguir em paz. É deixar que a vida, o tempo e as leis divinas façam seu trabalho de aprendizado e renovação.

As disputas, os ciúmes, as fofocas e as rivalidades costumam nascer justamente nos ambientes mais próximos: na família, no trabalho e nas relações afetivas. Muitas vezes, tudo isso é alimentado pela falta de amor-próprio e pela necessidade de possuir aquilo que não se conquistou pelo próprio mérito.

Por isso, desculpemos. Infinitamente.

Já nos ensina a saudosa e bondosa MEIMEI ...

Tudo na vida possui uma finalidade no aprimoramento comum. Dura é a pedra e áspera a areia, mas ambas sustentam o leito do rio para que as águas não se percam. Escura é a noite, mas sem ela não contemplaríamos as estrelas. Humilde é a lagarta, contudo, dela nasce o fio de seda que inspira a beleza. Doloroso é o sofrimento, mas sem ele dificilmente reconheceríamos muitas verdades.

Sempre que a mágoa ou a ofensa baterem à porta de nosso coração, desculpemo-las tantas vezes quantas forem necessárias.

Assim ensinou Jesus:

"Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete." (Mateus 18:22)

É pelo esquecimento de nossos erros que o Senhor nos sustenta. Somente a bondade torna a vida verdadeiramente grande, vitoriosa e plena.

By MângelaCastro - 19/6/2026

quarta-feira, 17 de junho de 2026

DEUS, A MENTE E EU... POR TRÁS DO MURO CAIADO .

"Nem toda parede branca anuncia paz. Algumas apenas aguardam que a verdade atravesse a porta."


Como não acredito em coincidência, mas sim providência divina, prefiro pensar que nem toda desconfiança nasce da maldade. Algumas nascem da experiência, do discernimento e da necessidade de proteger aquilo que Deus nos confiou. Às vezes, é apenas a alma percebendo o que os olhos ainda não conseguiram enxergar. Nessas horas, convém olhar para o céu em oração, mas sem tirar os pés do chão.

Bom dia, amigos(as) leitores.

Há sonhos que passam como nuvens. Outros permanecem conosco durante o dia inteiro, como se desejassem nos contar algo.

Recentemente sonhei que homens haviam invadido minha casa ( MEU EU INTERIOR). Quando os encontrei, estavam no quintal, caiando o muro. Tudo parecia organizado, quase bonito. Mas, ao abrir a porta da frente, vi que o cadeado havia sido arrombado.

Enquanto eu tentava explicar que a casa era minha morada, algumas mulheres observavam a cena. Pareciam acreditar na versão apresentada pelos invasores. Mostrei-lhes que estavam sendo enganadas, mas elas continuavam tranquilas, como se a aparência da situação fosse suficiente para convencê-las.

Mais tarde, uma pequena caixa soltava uma fumaça tóxica próxima ao quarto onde minha mãe repousava. Sem hesitar, apanhei a caixa e a joguei para longe. Era preciso limpar o ambiente.

Ao despertar, fiquei refletindo.

Quantas vezes, na vida, encontramos muros recém-pintados escondendo verdades antigas? Quantas vezes as aparências falam mais alto do que os fatos? Nem tudo o que parece organizado está em ordem. Nem tudo o que reluz é sincero.

Talvez a maior lição neste sonho tenha sido esta: conhecer quem somos e aquilo que nos pertence.

A casa pode simbolizar a consciência, os valores, a fé e nossa história. Quando sabemos quem somos, não precisamos disputar espaço com quem vive de aparências. Basta permanecer firmes.

Lembrei-me então de uma frase simples, mas profunda:

"Quando estiver com raiva, conte até dez. Quando estiver com muita raiva, conte até cem."

A paciência não muda os fatos, mas impede que a fumaça da revolta invada nossa própria casa.

E outra verdade também ecoou em meu coração:

Hoje, a homilia me ensejou, como se lesse meus pensamentos: __"Quando fazemos o bem, não devemos cobrar reconhecimento, nem falar mal daqueles a quem ajudamos, ou fomos um dia ajudados e por estes abandonados." 

"A verdadeira caridade é silenciosa. Dá com uma mão e não anuncia com a outra". E confesso que às vezes contraponho com essa dinâmica, pois, gostaria de ver reconhecimento, mas, nem todos estão bem preparados, e ou realmente amadurecidos, para perceber os verdadeiros valores: éticos, morais, sociais, nas interrelações, pois, ainda estamos no processo de aprendizado...

Alguns pintam muros para esconder a verdade.

Outros apenas abrem a porta e mostram quem realmente mora na casa.

"Sonda-me, ó Deus..." talvez seja a oração mais bonita para quem deseja caminhar com os olhos voltados para o céu e os pés firmados no chão. (Salmo 139:23-24.)

By MângelaCastro - 17/6/2026

Enviado por MângelaCastro em 17/06/2026
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sexta-feira, 12 de junho de 2026

De Sonhos, Chuvas e Reencontros: a Alma se Escreve....

Bom dia, amadinhos do Senhor.

Neste 12 de junho, mês em que completarei mais uma primavera — bem vivida, graças a Deus — o dia amanhece chuvoso. Também é o Dia dos Namorados. Eu não tenho um namorado 😋... ou melhor, tenho sim: cada pessoa que dedica alguns minutos para ler meus textos e poesias. Sou, grata e, enamorada de todos vocês.💋💕

Meu despertar de hoje começou ainda no eco de um sonho.

Primeiro, vi apenas um grande vazio, escuro e silencioso, como se estivesse sendo preparada para a visita noturna que antecederia o amanhecer.

Depois, encontrei-me caminhando por uma casa antiga, ampla e toda ladrilhada, de época remota. Os cômodos eram tão espaçosos que transmitiam uma sensação de frio e distância. Eu entrava e saía deles como quem procura alguém muito querido.

Buscava um amigo com quem não troco impressões há bastante tempo. A vida, às vezes, nos leva para lados diferentes da estrada, e seguimos ocupados com nossos próprios propósitos. Neste sonho, eu o via em pensamento, mas não conseguia encontrá-lo.

Até que entrei em uma sala onde estava sentada uma senhora de aparência forte e serena. Parecia uma matriarca à espera de alguém. Próximo dali, em outra pequena sala, uma mulher recebia uma injeção; eu não via seu rosto.

A senhora, porém, eu vi claramente. Era alta, de pele clara, rosto salpicado de sardas, cabelos curtos e grisalhos. Vestia roupas simples e me observava com curiosidade, como se perguntasse silenciosamente:

— Quem é você?

Foi então que, de repente, como um raio, surgiu meu amigo.

Estava sem camisa, vestindo uma calça preta. Olhou para mim e perguntou, sorrindo:

— O que faz aqui, criatura?

Era aquele sorriso de quem surpreende alguém fazendo alguma travessura.

Naquele instante, tive a impressão de que ele não desejava que eu me aproximasse das mulheres presentes, como se estivesse guardando algum segredo.

Gentilmente, ofereceu-me o braço e disse:

— Venha, vamos sair daqui.

Seguimos juntos procurando outro compartimento da casa, onde estava como a me esperar minha irmã ...

Ao encontrar. Acordei.

Meu coração estava sereno e feliz.

Talvez por isso, nesta manhã chuvosa, as palavras tenham chegado mais devagar, como as gotas que escorrem pela janela.

Há dias em que o céu se fecha por fora apenas para nos convidar a acender uma luz por dentro.

E, se me permite uma pequena reflexão para acompanhar o café ou o chá, independentemente do lugar do mundo onde você esteja:

"A chuva não apaga os caminhos. Apenas convida os viajantes a caminharem com mais atenção. Assim também são os dias de silêncio: não interrompem a vida, apenas nos ajudam a ouvir o que o coração costuma dizer baixinho e a encontrar aquilo que procuramos."

Na verdade, o que mais gosto é de transformar sentimentos em palavras e palavras em acolhimento.

Pela ferramenta do Map do meu blog, sei que meus textos atravessam cidades, países e até continentes, alcançando pessoas que talvez eu nunca venha a conhecer, assim como o amigo que procurei naquele sonho.

E isso me faz muito bem. Não por nao encontra-los pessoalmente, mas por minhas palavras chegarem até eles.

Talvez exista nisso um pouco da missionariedade de Paulo de Tarso, que encontrou nas cartas uma forma de compartilhar não apenas suas experiências pessoais, mas também sua transformação interior diante Daquele que mudou sua maneira de pensar, sentir e agir, carregadas de sua cristandade universal.

Paulo compreendeu algo precioso: cada ser humano é único, raro e insubstituível.

Por isso, mesmo diante das quedas, das dúvidas e das dissidências do nosso tempo, continuo acreditando nos recomeços.

As quedas são muitas, bem sei.

Mas os levantes costumam ser ainda maiores.

E foi justamente em um desses momentos de silêncio que ouvi, dentro de mim, uma voz clara e firme dizer:

— Você não existe!

Curiosamente, eu senti lá no meu mais íntimo âmago, que esta frase não me diminuía. Pelo contrário.

Ela me lembrou que o ego passa, as aparências passam, mas aquilo que Deus constrói em nós permanece.

Se puder, aproveite no seu amanhecer ou no ocaso de cada dia, o som da chuva, dos pingos de neve, do chuveiro, ou mesmo o calor do sol tocando sua pele.

Perceba o perfume que deles emanam como fossem terra molhada. Sinta o frescor subir pelos seus pés alcançando seu coração.

Agradeça por mais um amanhecer, e cada entardecer vencido.

E lembre-se:

"Quando sentimos Deus em cada detalhe da vida, passamos a enxergar o mundo como um lindo jardim."

"As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã."

Lamentações 3:22-23


By MângelaCastro - 12/06/2026

Enviado por MângelaCastro em 12/06/2026
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quarta-feira, 10 de junho de 2026

ALÉM DA CAIXINHA, DEPARO COM A ESCADA QUE NÃO TEM FIM ...

Bom dia com Deus.

Tem amanheceres que eu só acordo, não sei se com você é assim, passo uma noite inteira literalmente dormindo, sem sonhos, parece que quando abro os olhos para o novo dia, sinto que vim de um vácuo profundo e escuro, nada é lembrança, apenas silêncio profundo... Até os passarinhos não sei se pelo frio da estação de inverno que já está se aproximando dia após dia, permanecem sem dar "as carinhas", nem um pio... Estão chegando hoje atrasados, assim como eu, para o encontro, para a busca do seu alimento... mas estão chegando, um a um...

Mas, eu, ao contatar com o mundo exterior, "fora da caixinha" e ouvir palavras de sabedoria, extraídas das sagradas escrituras, me deixam um pouco inquieta, não consigo ficar sem expressar o que está no meu coração, claro, é porque em algum ponto, alguma palavra faz sentido, e ela tem o intuito de mexer com todas as minhas estruturas emocionais, comportamentais, comprometimento comigo mesma, talvez, assim, me fazem repensar a que vim um dia? Jesus sabia! Mas eu ainda dormindo na pedra, não sei... Assim como Sócrates: "Só sei, que nada sei"!

Como me disse um bom amigo sutil: ____Você vai querer viver isso tudo de novo? 😕Oi? Como assim? Se o próprio Jesus nos ensejou que é preciso viver de novo, para alcançar a boa nova, então, me responda em que parte fiquei perdida? |Qual parte não entendi direito?

"é preciso viver de novo" é uma referência bíblica que se encontra em João 3:3, onde Jesus diz: "Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus". Isso significa no meu entendimento, que para entrar no Reino de Deus, mister um renascimento espiritual, que não se trata de um nascimento físico, literalmente, mas de uma transformação interna que permite uma nova vida em Cristo. Essa mudança é essencial para a salvação e o relacionamento com Deus, pois permite que o crente receba perdão dos pecados e viva uma vida que agrade a Deus, não aos homens, então, não percamos tempo tentando mudar a forma de ser do outro, mas antes, a nossa própria. A... agora entendi!💓

 "Pois todo aquele que pede, recebe; o que busca, encontra; e a quem bate, abrir-se-lhe-á." (Lucas 11:10)

Não apenas os bons e verdadeiros profetas, escolhidos a dedo por Deus, mas também os falsos profetas, e até mesmo o Google e a Inteligência Artificial, têm as leis divinas na ponta da língua. Por isso Jesus nos advertiu: "Orai e vigiai".

Nunca essa exortação foi tão contemporânea. Os tempos exigem discernimento, filtragens. Compete ao bom entendedor saber filtrar tudo o que chega até ele e, principalmente, por quem vem. Mas quem é? Talvez perguntem entre si ...

Jesus: ___"O que dizem de mim?"( ansioso por saber) — Pedro tu me amas? (necessitava da confirmação pelo próprio Pedro e de mais ninguém, afinal tinha sérios e comprometidos propósitos para Pedro) Perguntou Jesus direto aos seus apóstolos. Portanto, é correto, é preciso, questionar, refletir e não acreditar cegamente em tudo o que nos é apresentado por outros. Para isso fomos criado com inteligência ... para que tenhamos bom senso. (Mateus 26:41). Eu tenho um despertar que me faz ver, que não são as crendices populares, as religiões e seus dogmas, detentoras de toda verdade.

Veja , bem: "Ela é brisa, brasa, fogo, vento, calmaria, multidão. Ela é uma em um milhão." Essas perguntas elaboradas por Jesus, refletem a complexidade e a singularidade de cada pessoa, mostrando que somos multifacetados e ao mesmo tempo únicos.

"Você pode me ver do jeito que quiser, mas só eu posso te mostrar quem realmente sou." E te garanto, sou uma surpresinha em cada despertar, isso não me incomoda, pode incomodar vós outros, mas a mim não, pois, sei que estou amadurecendo ainda nas "coisas de Deus". 

Um degrau a cada dia. Uma reflexão a cada amanhecer. Essa frase, caríssimos, destaca a importância de ser autêntico e verdadeiro consigo mesmo (a), independentemente da percepção dos outros.

Então, começo a despertar para uma nova forma de enxergar cada questão, por exemplo, a conversão nasce no íntimo do ser, no coração que se deixa tocar. Por isso, sejamos pacientes e caridosos com aqueles que, muitas vezes, julgamos incompreensíveis ou atrasados na caminhada. Faz parte do processo.

Deus nos criou QUASE à Sua semelhança, deixando arestas a serem aparadas, reconstruídas, renovadas por si só. Há os que ainda não conseguem vê-Lo ou compreendê-Lo; mesmo tendo olhos, não enxergam; tendo ouvidos, não ouvem. (Marcos 8:18) Isso me foi mostrado em sonho... aaaa meus sonhos, nada de privilégio, puro aprendizado, me chamam a ser mais comprometida! (Lucas 12:48)

Cada um possui seu próprio tempo e sua própria hora. Muitos ainda não entendem, como eu também, não entendo tudo, e então questiono, busco respostas, mesmo sabendo que estão dentro de mim mesma, é só eu aprender a me auscultar melhor, e para isso preciso do silêncio. Por isso, sejamos pacientes, misericordiosos, primeiro conosco mesmo. E aos que já despertaram para a Boa Nova, cabe a compreensão, o acolhimento e o amor.

À medida que os sobreviventes das tribulações forem chegando, que encontrem abrigo em corações despertos e misericordiosos.

A escada que conduz os anjos do Senhor à Sua Messe é infinita. Tão extensa que nossos olhos não conseguem contemplar seu fim. (Gênesis 28:10-12)

E essa escada existe para todos, indistintamente: sem distinção de gênero, credo religioso, etnia ou condição humana. Apesar de nossas mediocridades e imperfeições, a misericórdia divina continua chamando Seus filhos para o alto.

Portanto firmo nessa frase: ___"À medida que os sobreviventes das tribulações forem chegando, que encontrem abrigo em corações despertos e misericordiosos."

Ela resume muito bem a mensagem central: menos julgamento, mais acolhimento. Afinal, ninguém sabe exatamente em qual degrau da escada de Jacó o outro se encontra. Cada alma tem seu tempo de despertar. Em verdade, em verdade: ___ "Nem todos despertam ao mesmo tempo; por isso, o amor deve chegar antes do julgamento."

Paz e bem.

— MângelaCastro - 10/6/2026


quinta-feira, 21 de maio de 2026

CAMINHOS - "QUANDO ISSO NÃO ACONTECE, A ALMA ADOECE..."

 "ESPÍRITO SANTO EM DEUS, FAÇA QUE SEJAMOS UM" ....

Quando a alma perde o sentido de pertencimento, adoece em silêncio. Talvez caminhar não seja apenas seguir em frente… mas reaprender a estar ligado ao Amor que sustenta a vida. É dar as mãos e sentir o coração (sentimento) do outro (a) ...

Esta é mais uma de antigas mensagens dos meus guardados, que trago para o hoje, o agora, sacudindo a poeira do tempo, mas, a essência continua a mesma. Nesse texto: escrito em 1982, já carrega em si, inquietações que parecem atemporais — solidão, desconexão, excesso de autonomia sem comunhão, alma cansada, necessidade de pertencimento e de Deus. Eu já escrevia sobre isso décadas antes de se tornar conversa cotidiana.

Diz-nos Jesus, embora muitas vezes O escutemos pouco:

"Eu estou neles… e eles deveriam estar em Mim."

Entretanto, talvez sem perceber, o mundo continua caminhando sozinho, desconectado da essência, da verdade maior, da união necessária. Quando afrouxamos os laços que nos tornam mais vivos, mais humanos e mais plenos, a alma — sim — tende a adoecer. Passa a tremer, mesmo sem sentir frio.

O que sou, o que tu és, talvez sejam poemas nascidos do invisível, procurando sentido.

Talvez da inquietude do ser.
Talvez da mansidão do saber.

A singeleza e a pureza acalentam nossa alma aflita, muitas vezes carente de tudo… e de todos.

Somos como rios: corremos apressados, formando espumas ao longo do caminho, enquanto a água parece sussurrar:

"A vida não deve parar."

Assim como o rio corre em direção ao mar, o homem necessita caminhar ao encontro do próprio "eu".

São caminhos percorridos por conta e risco. Às vezes difíceis, sofridos; outras vezes, transformadores. Caminhos que ajudam a renascer, reencontrar paz e sentido.

Não basta apenas seguir.
Enquanto caminhas, observa a vida que germina ao redor.

Nas grandes jazidas encontra-se a riqueza das labutas. No saber, habita outra fortuna ainda maior: a experiência compartilhada, a benevolência, as relações verdadeiras entre seres humanos, que podem ser até divergentes uns com outros, e segundo alguns espiritualistas, filósofos, nos leva ao lê-los que nosso pensamento só 20% é nosso, os outros 80% vem de nosso exterior, são os barulhos, as ondas hertz, que chegam de lugares longínquos às vezes, por isso, precisamos saber bem filtrar tudo que nos vem ...

" Ensina a Bíblia que o próprio Senhor da Vida não estacionou no Verbo e continuou o trabalho criativo na Ação. Todos sabemos que o pensamento é força essencial, mas não admitimos nossa milenária viciação no desvio dessa força”.

E ensina mais: __“O pensamento é força viva, em toda parte; é atmosfera criadora que envolve o Pai e os filhos, a Causa e os Efeitos, no Lar Universal. Nele, transformam-se homens em anjos, a caminho do céu ou se fazem gênios diabólicos, a caminho do inferno”.

Diante de tais informações só nos resta, como obrigação natural, nos conscientizarmos a respeito do esforço que devemos priorizar no vigiar e orar, conforme nos recomendou Nosso Senhor Jesus Cristo, para pensar sempre no bem e no amor.

Não aquelas construídas pelo hábito automático, mas pela presença.

Não basta dizer:

"Eu posso."
"Eu faço."
"Eu deixo de fazer porque quero."

Talvez seja mais profundo dizer:

"Faço e refaço, se preciso for, porque O sinto em minha essência. e o refaço da melhor forma que me é possível".

O verdadeiro poder não está em aparentá-lo, mas em lapidá-lo silenciosamente, dia após dia.

Às vezes, diante da imensidão do mundo, sentimos ser apenas um ponto perdido no universo.

Mas são justamente esses pequenos pontos que compõem a grandeza da existência.

São eles que formam cada nota musical soada dentro de nós.

As estrelas, a lua e o sol, são Deus em todo seu contexto de coexistir em nós, que irradiam sua luz; e aqueles que já não conseguem enxergar com os olhos, podem ainda senti-la pela alma.

Porque este é o caminho indicado por Jesus:

A Verdade.
A Luz.
A Vida.

Luz que clareia passos imperfeitos.
Passos que erram, amam, caem, recomeçam e seguem procurando a união que um dia Cristo nos propôs pela Boa Nova.

"Eu sou o caminho, a verdade e a vida."
— (Cf Ioão 14:6)

Não tenhamos medo de caminhar.

Temamos, talvez, apenas permanecer estagnados.

A vida não cessa. O mundo não para.

E talvez nossa maior força esteja justamente nisso: continuar percorrendo as alamedas da existência entre suor e esperança, labutas e amor, fé e união de coração para coração.

Porque Ele existe.

Mesmo quando não O percebemos.
Mesmo quando o desespero chega.

Ele caminha conosco.

Intui, fortalece, sustenta.

E parece repetir baixinho:

"Olhe… não pare. Continue. O caminho ainda é longo. A jornada precisa prosseguir."

MângelaCastro - 21/5/2026
Escrito originalmente em 11/02/1982 — Uberaba/MG
Revisitado pelo tempo, mas ainda vivo.

MângelaCastro - 21/5/2026


terça-feira, 5 de maio de 2026

“A DE AMARELO"...

__Há um momento em que deixamos de ouvir o mundo…
e começamos, enfim, a lembrar quem somos.


Uma reflexão entre arrependimento, batismo e perdão.

(Bíblia – Atos 2:38)

Há amanheceres que não chegam com o dia.
Despertam por dentro — silenciosos, tardios… inevitáveis.

Às vezes, é preciso descer um degrau
para só depois compreender a subida.
E não como conquista,
mas como consciência.

Há momentos em que alguém nos chama
não pelo nome,
mas por aquilo que vê.

“A de amarelo.”

E, de início, parece pouco.
Quase nada.

Mas há um instante — breve e profundo —
em que a alma pergunta:
“E quem sou eu, além do que veem?”

O batismo, dizem, é um rito.
Mas, em verdade, é lembrança.

É fonte do Espírito Santo.

Não da água que toca a pele,
mas daquilo que um dia tocou o espírito.

Há quem vista o branco por tradição.
Há quem carregue marcas invisíveis por dentro.

Há sombras se revelando na luz.

E, entre símbolos e silêncios,
a vida segue nos chamando de volta.

Nem sempre com palavras.
Às vezes, com encontros.
Outras, com pequenas rupturas.

Um olhar.
Um esquecimento.
Um nome não dito.

E, curiosamente, é nesses desvios
que algo se revela.

Não sobre o outro —
mas sobre nós.

Há silêncios que curam.
E há silêncios que escondem.

Discernir entre eles
é também um caminho de fé.

Como Maria, que guardava no coração,
há tempos de recolher.

Mas também há tempos de emergir.

Sem confronto.
Sem dureza.
Apenas verdade.

Porque lembrar o próprio nome
não é um ato de afirmação ao mundo —
é um reencontro íntimo com aquilo que Deus já conhece.

“Antes que fosses formado, já eras conhecido.”

(Jeremias 1:5)

E então compreendemos:

Nem sempre é sobre o que dizem.
É sobre o que, dentro de nós, desperta.

Há histórias que não precisam ser explicadas.
Há caminhos que não precisam ser justificados.

O que é verdadeiro
permanece.

O que é essencial
retorna.

E, mesmo que o mundo insista em reduzir,
a alma — quando desperta — já não se esquece.

Se vierem os rótulos, que venham.
Se vierem os enganos, que passem.

Há algo que permanece intacto:

o nome inscrito onde ninguém vê.

E, quando isso se torna claro,
já não importa como chamam.

Porque, enfim,
há reconhecimento.

— não no exterior,
mas no silêncio onde Deus habita.

MângelaCastro – 04/05/2026


Enviado por MângelaCastro em 04/05/2026
Reeditado em 05/05/2026
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sábado, 2 de maio de 2026

🌿 A LÍNGUA QUE FERE… E O SILÊNCIO QUE ENSINA ...

Entre o silêncio e a palavra… mora o caráter, e as boas intenções.


Mãe Maria, passa na frente, cesse todas as dores, cure todas as feridas, coloca no colo todo aquele que esteja nesse momento precisando de um milagre em sua vida de conversão e amor...

Hoje, sábado, assistindo a missa com Dom Orani Tempesta, quando se formou e preparou fiéis, para fazerem parte do "CÍRCULO BÍBLICO", é a igreja em saída, buscando levar a melhor palavra, a de Deus, nas comunidades ... Maria não se tornou muda, Ela falava, mas o essencial e Palavras com sabedoria, que podiam curar as almas sentidas, feridas ...Tornava o vale de lágrimas, em um grande jardim!

Mais um mês se cumpre…
e se recolhe no tempo, para dar passagem ao novo.

Que ele venha abençoado, sob o manto de Nossa Mãe Santíssima —
aquela que, ao lado de seu Filho Jesus,
nos ensinou a grandeza do silêncio.

Vivemos tempos desafiadores.
Muitos acontecimentos… mais duros que leves.

Ainda assim, não podemos nos perder nessa sintonia.

É preciso vigiar o que pensamos
e antes de nos dirigir a alguém, pedir sabedoria ao conduzir nossas palavras.

O pensamento tem vida.
Ele parte… alcança distâncias invisíveis…
e retorna.

Aquilo que enviamos ao mundo —
seja luz ou sombra —
volta.

Se desejamos o bem, ele floresce em nós.
Se cultivamos o mal, ele também encontra caminho de volta.

É a lei silenciosa da vida…
ação e reação,
semeadura e colheita.

E é nesse ponto que a palavra se revela.

Há palavras que não apenas atravessam o ar…
elas atravessam a alma.

A língua ferina não grita — ela corrói.
Desfaz vínculos, quebra confianças,
e deixa marcas que o tempo nem sempre apaga.

Mais grave que o erro…
é a intenção escondida na palavra.

A falta de ética enfraquece relações.
A ausência de confiabilidade destrói pontes.
E quem banaliza a verdade…
acaba por perder o próprio valor.

Falar é um dom.
Mas saber como, quando e por que falar…
é caráter.

Talvez, por isso, o silêncio —
quando consciente —
não seja ausência.

É proteção.
É sabedoria.
É respeito pela vida do outro.

Antes de pronunciar qualquer palavra,
lembre-se:

há destinos sendo tocados pelo que você diz.

Bíblia Sagrada — Provérbios 17:28

“Até o tolo, quando se cala, é tido por sábio;
e o que cerra os lábios, por entendido.”

 MângelaCastro - 02/5/2026


quarta-feira, 1 de abril de 2026

✨ Entre o deserto e a esperança… há um recomeço esperando por nós. 🌿✨

Boa tarde! Pois já passa do meio dia...

Eu não poderia escrever esse pensamento, comprazendo com a história de vida de Jesus e nossa mãe hoje espírito querida que também partiu para a morada celestial preparada por Jesus, a quem ela tinha muita fé e nos ensinou como chegar e se aproximar Dele, hoje também nossa avó materna Mãe Dolores, estaria comemorando seu aniversário de vida, de nascimento nesta terra querida, a quem um dia no leito de dor, pediu-me que tirasse o fio de luz que passava sobre a cruz de Jesus na parede aos pés da sua cama, para que ela pudesse ficar olhando a sua imagem e talvez em pensamento orando, lembrar hoje só dor e saudade, não seria tão reconfortante, mas sim, confraternizar este momento, com todxs , mesmo doidos de tristeza, lembrando-os, nossos entes queridos, juntos hoje, posto que o corpo virou pó, mas o espírito confraterniza na pátria celestial com Jesus que era puro amor, e esse amor se expressa com cantos de ternura, que nos conforta e nutre de esperança, não de amargura ...


domingo, 15 de março de 2026

CHINELO DE DEDO: O VALOR QUE NÃO SE COMPRA ...

Veja bem:  Num mundo que mede pessoas pelo que vestem, às vezes um simples chinelo de dedo revela uma riqueza que dinheiro nenhum consegue comprar.

“Deus escolheu as coisas simples deste mundo para confundir as sábias.” 

— Primeira Carta aos Coríntios 1:27


Bom dia com alegria e paz.

O domingo amanheceu ensolarado, como se a própria manhã desejasse lembrar que a vida ainda tem claridade.
Do telhado vizinho, um sabiá solitário canta.
E, naquele instante, percebo como a simplicidade também pode ser poesia para os ouvidos cansados de tantas balbúrdias do mundo.

Ontem visitei amigos queridos.
Era uma visita prometida há algum tempo, adiada pelas correrias da vida. Fomos meu filho e eu, além de fazer a visita para o provedor da família, que está doente, levar também um presente de aniversário para o jovem amiguinho de infância, que mesmo que o tempo passe, o verdadeiro valor da amizade permanece inalterado.
Mas, ao chegar, algo dentro de mim mudou de lugar.

Quando a vida interrompe o caminhar de alguém — por doença, por limitações inesperadas — somos convidados a rever a nós mesmos.
Senti até uma leve vergonha silenciosa: quando corpo e mente ainda estão saudáveis, há tanto que podemos fazer e tantas vezes não fazemos.

Essa visita também, colocando-me atualizada das lidas dessa família, mais precisamente sobre seus filhos, o que estudaram, e hoje no que trabalham. as dificuldades que vem sendo vencidas passo a passo, me trouxe à memória uma conversa com um jovem familiar nosso.

Ele observava a fotografia de um amigo — filho de família abastada — passeando em um elegante shopping de São Paulo.
Mas havia algo que o intrigava.

Não entendo, "Mariquinha," assim que ele carinhosamente me chama, disse ele. ___ O rapaz poderia estar usando um tênis caríssimo, de marca famosa… mas está de chinelo de dedo?!!!

Sorri diante da inquietação dele e respondi com serenidade, e firmeza, buscando faze-lo refletir sobre os verdadeiros valores da vida:

— Talvez, disse-lhe eu, ele já tenha aprendido algo que muitos ainda não compreenderam.

O valor de uma pessoa não está nas marcas que veste,
mas na marca que deixa na vida.

Não é o preço do sapato que define quem somos.
É o caminho que percorremos com os pés que temos.

A verdadeira elegância está na dignidade do trabalho, na honestidade das escolhas, dos esforços somados ao longo do seu aprendizado de vida, na simplicidade de quem não precisa provar nada a ninguém.

Há pessoas que vestem roupas caríssimas e ainda assim carregam uma pobreza interior imensa.

E há outras que caminham com chinelos simples —
mas trazem nos pés a riqueza de quem construiu caráter, honra e responsabilidade.

Esses, sim, são ricos de verdade.

Porque no grande livro da vida,
não é a etiqueta das roupas que nos identifica.

É o caráter da alma.

E, muitas vezes,
um simples chinelo de borracha
pode valer mais que mil tênis de grife
quando sustenta os passos de alguém que aprendeu
o verdadeiro valor de ser humano.

Talvez o certo é que, às vezes confundimos preço com valor.

Mas o que realmente define uma pessoa não está nas marcas que veste — está no caráter que carrega na alma.

By MângelaCastro - 15/3/2026

Enviado por MângelaCastro em 15/03/2026
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domingo, 1 de março de 2026

AMOR RESILIENTE. 🔥 “O CAFÉ, A CONSCIÊNCIA, E O MUNDO EM CHAMAS"...

 

O mundo no estrangeiro arde.
O café ainda perfuma a casa.
E a consciência escolhe amar.

Despertei no domingo, em minha solitude.

Aqui, apenas as tagarelas maritacas no telhado.
Ouço músicas de raiz — quietude —rádio sintonizado
dessas que afagam o coração
como os frutos de um doce pé de mamão,
nascido só, no fundo do quintal, ao relento.
Como moça que sente o frescor do amanhecer…
Estão sós, mas se alimentam.
Inalando o aroma do café preto, coado na hora,
senti-me sentada ao "pé do fogão", imaginativo.
onde o tempo é memória
e parece não ter pressa,
e a alma aprende a escutar
os próprios sussurros —
como as folhas escutam
os ventos que cantam ao relento.
Há uma paz que nasce assim:
simples, doméstica, silenciosa.
Mas lá fora…
o mundo estilhaça.
Diante das notícias aterrorizantes
que chegam dos países do Oriente Médio,
minhas estruturas estremecem.
Ali, no eco dos rojões ensurdecedores,
não vejo religião,
não vejo temor a Deus —
vejo enfrentamentos,
vejo ausência de discernimento.
Hoje, embora a paz reine em meu lar,
o que vem de fora me obriga a repensar
propósitos.
Vida vicejante.
Flor no deserto.
Líderes que deveriam ser segurança e esperança
tornam-se conflito e sentença mortuária.
E o que resta ao povo
senão o medo e a solidão?
Como viver bem consigo mesmo,
se a vida que deveria ser poesia
escreve histórias de terror?
Se o que deveria ser paz
descarrila o amor?
Pergunto à luz que ilumina a escuridão:
por que, às vezes, te tornas clarão de escravidão,
de morte e explosão?
O que deveria ser raiz fértil
torna-se sistema envenenado.
O que deveria ser noite de ternura
transforma-se em pesadelo
em plena luz do dia.
E a mortalidade da alma se faz presente —
arrepiando até as entranhas
que me parecem tão estranhas.

Psiu…

Não é mais fácil construir vida do que morte?
Não é mais leve colocar, sobre o console,
um botão de rosa que alegre o cômodo
do que uma bala caída ao chão
ao lado de um corpo exaurido de si mesmo?

Por que escolher o peso
quando se pode escolher o florescer?

Há tempos que se perdem
antes mesmo de nascer.

Mas ainda assim…

Enquanto houver um café sendo coado
em alguma casa do mundo,
enquanto uma mãe embalar seu filho
mesmo sob o som distante dos estrondos,
enquanto alguém orar em silêncio
pedindo discernimento aos que governam —

o amor não estará vencido.

Aqui, ao "pé do fogão" imaginário,
eu escolho mantê-lo aceso.
Quando fevereiro já se foi, e as águas
com Março chegou...

By MângelaCastro - 01/3/2026


A ideia central deste poema/poesia, é que Deus ordena ao seu povo tratar o estrangeiro com justiça e compaixão. Não afligirás nem oprimirás o estrangeiro, reconhecendo a vulnerabilidade dessas pessoas que vivem entre os israelitas e chamando para uma prática de cuidado e dignidade. (1Pedro 2-11)

By MângelaCastro - 01/3/2026

Enviado por MângelaCastro em 01/03/2026
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"DAR O TROCO" ...CAINDO NA MALHA DA PRÓPRIA INSATISFAÇÃO ...

___Dar o troco parece justiça, mas quase sempre se transforma em prisão para quem o pratica. O perdão não muda o passado, mas devolve a paz ...