___Quando a dor ultrapassa os muros, a esperança aprende a florescer no coração. ____
Um feliz e santo domingo,
um amanhecer que nos convida à esperança!
Hoje, pensando nas inúmeras dores causadas às vezes pela nossa forma equivocada de moldar nossa vida, num ímpeto de esperança, somos convidados a refletir sobre os detentos
— e também sobre aqueles que permanecem do lado de fora,
muitas vezes ensimesmados pela dor.
Porque, quando um parente é privado da liberdade,
algo em nós também se vê aprisionado.
A cela ultrapassa os muros, alcança o coração da família,
limita sonhos, silencia risos
e impõe um cativeiro invisível,
feito de espera, culpa, medo
— e, ainda assim, esperança.
Que esta reflexão nos desperte para a compaixão,
para uma justiça que humaniza
e se deixa corrigir.
Que saibamos aparar íntimas arestas,
para que nossos prejulgamentos
não nos aprisionem
nem nos afastem do bem e da justiça.
Amém.
Concluo com o que interpretei das palavras de nosso Papa Leão XIV,
na homilia deste domingo do Advento:
Versículo do Evangelho (3º Domingo do Advento)
“Quem tiver duas túnicas, reparta com quem não tem;e quem tiver alimento, faça o mesmo.”(Lucas 3,11)
“A esperança brota onde menos se espera.
Mesmo no pântano lodoso, nasce a flor —
purificada pela dor e pelo esforço de se deixar nascer.
Que ninguém se perca.
A Salvação é para todxs.”
Que este dia seja de escuta interior,
brandura e luz. ✨
By - MângelaCastro
14/12/2025