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segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Quando o Sinal Alerta, a Vida Vem Primeiro ...

Fé não dispensa prudência. Deus nos protege, sim — mas preservar a vida também é um ato de amor e discernimento.

Bom dia com prudência, razão e fé...

Acordei em silêncio e discernimento depois de ler sobre um raio que caiu sobre uma multidão reunida em um ato político.

O que mais me inquietou não foi o fenômeno natural, posto que este vem ocorrendo por quase todo nosso planeta, as estações climáticas mudaram e estão mais redundantes, estrondosas — mas a pressa em chamá-lo de “sinal de Deus”. É preciso cuidado ao intitula-la.

Na Escritura, Deus se manifesta com poder, sim, mas não para ferir o Seu povo.
Em Êxodo 19, o trovão e o relâmpago recaem sobre o monte Sinai, não sobre a multidão que seguia Moisés. O povo é preservado. O sinal não é destruição, é orientação.

Junto ao trovão veio a Lei — não o castigo.

Tudo o que vem de Deus chama à ordem, à consciência, à vida.
Nunca ao caos, à morte ou ao medo coletivo.

Deus fala, mas fala com amor.
É Pai — e Pai corrige educando, mostrando caminhos, iluminando escolhas.
Sua voz não se confunde com a imprudência humana, nem com discursos que colocam vidas em risco.

Vivemos um tempo que inspira cuidados.
O clima está alterado, mais intenso, mais instável em todo o planeta — isso é fato.
Fé não dispensa responsabilidade. Confiança em Deus não elimina prudência.

Há um ditado simples e verdadeiro:

Deus protege, sim — mas que cooperemos fechando bem nossas portas.

Proteger-se também é um ato de fé.

Cuidar da vida é reverência.
Discernir é espiritualidade madura.

Deus é luz que dissipa o medo, não o produz.
É segurança, não exposição irresponsável.
É amor que preserva, não espetáculo que fere.

Que saibamos ouvir Sua voz —
não no estrondo que assusta,
mas na consciência que orienta.

Nos passos de luz que nos conduz...

Quem lê com atenção a história vivida por Jesus pode discernir:

Ele falava ao povo em campos abertos, à beira do mar, e até em meio às tempestades — sempre protegendo. Mas, ao pressentir perigo ou perseguições infundadas, preservava-se e também aos seus, reunindo-se em ambientes seguros: cavernas, casas de amigos, lugares discretos. Jesus nunca afrontou, nunca subestimou o risco. Manifestou Seu poder sem se impor, sem ferir — ensinando que fé e prudência caminham juntas.


By MângelaCastro - 26/1/2026

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