olhando essas imagens, fico a imaginar, os lugares por onde Jesus caminhou quando na Galiléia, o canto dos pássaros nos arvoredos, água de um riacho refrescante a dar-Lhe de beber, descansando nas relvas úmidas do orvalhar da madrugada, repousa os pés cansados de andar, e pão, vinho para comer, e os pensamentos a esvoaçar naqueles momentos únicos de vida plena...
“o silêncio é ouro” (Provérbios 17:28), e essa adágio continua a ressoar na vida contemporânea.
Quando não se tem nada para falar, o melhor é silenciar!
O silêncio traduz as intemperanças, o desejo de fluir a alma.
Intersectar-se, imergindo do mais eu, o que sinto?
Nada melhor do que o silêncio para ouvir a si mesmo(a).
Nesse vazio, nesse vácuo que se faz, algo floresce, desperta...
É o som de Deus vindo à tona, persistindo no eu isolado.
De tudo e de todos... O silêncio transcende, pausa-se.
Aprofunda o pensamento, e devoção que transcende as
palavras faladas, e que em nada acrescenta, sente...apenas ouço-me,
e aguardo na pausa do silêncio... o NADA!
MângelaCastro - 25/02/2024